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  • Baleia, elefante e girafa têm os maiores corações do mundo animal

    Baleia, elefante e girafa têm os maiores corações do mundo animal

    Baleia, elefante e girafa têm os maiores corações do mundo animal

    Baleia, elefante e girafa têm os maiores corações do mundo animal

    O tamanho do coração varia por espécie: é 0,6% do peso em mamíferos, de 1% a 2,5% em aves e cai para 0,2% em peixes, répteis e anfíbios

    Proporção cardíaca animal: o coração representa 0,6% da massa corporal em mamíferos, entre 1% e 2,5% em aves e 0,2% em peixes, répteis e anfíbios;

    Destaques biológicos: beija-flores possuem a maior proporção corpo-órgão, com 2,5%, enquanto baleias-azuis, elefantes-africanos e girafas possuem os corações com maior peso total;

    Maiores corações: o da baleia-azul pesa entre 180 kg e 200 kg, o do elefante entre 12 kg e 21 kg, e o da girafa entre 11 kg e 12 kg.

    Seja para humanos ou animais, o coração é um órgão vital para a sobrevivência. Ele é responsável por bombear o sangue, garantindo a circulação de oxigênio e a chegada de nutrientes essenciais para as células. O ‘tum-tum’ é, literalmente, o motor central do sistema cardiovascular

    No entanto, seu tamanho no mundo animal varia a depender da espécie e a qual classe pertence. Entre a maioria dos mamíferos, a proporção é constante e o coração costuma representar 0,6% da massa corporal total; já entre as aves, a proporção aumenta para entre 1% e 2,5%; em peixes, répteis e anfíbios, ela diminui, caindo para 0,2%.

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  • Posição do exoplaneta em relação à estrela pode definir chances de vida

    Posição do exoplaneta em relação à estrela pode definir chances de vida

    Posição do exoplaneta em relação à estrela pode definir chances de vida

    Posição do exoplaneta em relação à estrela pode definir chances de vida

    Para serem considerados com potencial de habitabilidade, os planetas precisam preencher requisitos específicos definidos pela ciência atual

    Zona habitável: especialistas definem como a região onde planetas não estão muito próximos nem muito distantes de suas estrelas, permitindo condições para água líquida;

    Critérios adicionais: a habitabilidade depende ainda de fatores como atmosfera estável, campo magnético, atividade geológica e uma estrela hospedeira estável;

    Detecção de exoplanetas: astrônomos analisam a luz de estrelas modificada pela passagem de planetas para identificar gases atmosféricos.

    A busca por exoplanetas sempre despertou o interesse da comunidade científica. Afinal, a descoberta de mundos fora do nosso Sistema Solar é primordial para compreender a formação planetária e, principalmente, buscar sinais concretos de vida para responder se estamos sozinhos no Universo.

    Mas especialistas relatam que, para encontrar candidatos capazes de abrigar vida, os exoplanetas precisam preencher requisitos específicos a fim de passar da possibilidade para a probabilidade. Entre essas condições, a principal é que o astro esteja em uma posição equilibrada em relação à sua estrela hospedeira.

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  • Cérebro de cães tem habilidade ligada à fala semelhante à dos humanos

    Cérebro de cães tem habilidade ligada à fala semelhante à dos humanos

    Cérebro de cães tem habilidade ligada à fala semelhante à dos humanos

    Cérebro de cães tem habilidade ligada à fala semelhante à dos humanos

    Estudo sugere que o processamento eficiente da fala não é necessariamente uma consequência das habilidades linguísticas únicas dos humanos

    Descoberta científica: pesquisadores húngaros identificaram que o cérebro de cães consegue segmentar a fala em palavras;

    Estudo realizado: o experimento, publicado na revista Science em 24 de setembro, comparou a atividade cerebral de 20 humanos e 20 cães de companhia;

    Sincronização cerebral: a análise indicou que o cérebro canino sincroniza-se ao ritmo de palavras, apresentando preferência por consoantes assim como ocorre em humanos.

    Em uma nova pesquisa, cientistas húngaros descobriram que o cérebro de cães consegue segmentar o fluxo da fala em palavras a partir de sons consonantais. A habilidade diz respeito à capacidade de identificar e separar os limites entre as palavras individuais em uma frase ou em um fluxo contínuo de som. Até o momento, essa aptidão só havia sido encontrada em humanos.

    Segundo os pesquisadores, o achado sugere que o processamento eficiente da fala não é necessariamente uma consequência das habilidades linguísticas únicas dos humanos – ou seja, ser exposto regularmente à fala pode remodelar o funcionamento cerebral, mesmo em espécies evolutivamente distantes do Homo sapiens, como no caso dos cães.

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    A descoberta liderada pela Universidade Eötvös Loránd (ELTE, na sigla em húngaro), na Hungria, foi publicada na revista Science nesta quinta-feira (24/9).

  • Resíduo siderúrgico e conchas ajudam a limpar água e gerar combustível

    Resíduo siderúrgico e conchas ajudam a limpar água e gerar combustível

    Resíduo siderúrgico e conchas ajudam a limpar água e gerar combustível

    Resíduo siderúrgico e conchas ajudam a limpar água e gerar combustível

    Nanomaterial criado por cientistas brasileiros utiliza resíduos de conchas marinhas e de siderurgia para limpar água e produzir hidrogênio

    Desenvolvimento de nanomaterial: cientistas da UFSCar e da UFRN criaram um material que degrada poluentes na água e gera hidrogênio utilizando luz solar;

    Composição do sistema: a tecnologia combina hidroxiapatita de conchas marinhas com óxido de ferro da indústria siderúrgica;

    Eficiência e limitações: o sistema eliminou 75% de corante na água, mas os autores afirmam que a tecnologia ainda não está pronta para produção em larga escala.

    Em um novo estudo liderado por brasileiros, pesquisadores descobriram que um material produzido a partir de resíduos da indústria siderúrgica e de conchas marinhas é capaz de degradar poluentes na água e gerar hidrogênio (H₂), um combustível limpo considerado uma das grandes promessas para a transição energética.

    Trata-se de um nanomaterial ativado pela luz solar. A nova tecnologia foi desenvolvida por cientistas da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Os resultados foram publicados no International Journal of Hydrogen Energy em setembro.

    A tecnologia foi desenvolvida a partir de uma heterojunção, que é a interface entre dois materiais semicondutores distintos. No caso do nanomaterial do estudo, foram combinados a hidroxiapatita (proveniente das conchas marinhas) e o óxido de ferro (proveniente da siderurgia).

    Ao expor a combinação à luz solar, o sistema criado eliminou 75% do azul de metileno da água em menos de três horas. Esse corante, amplamente utilizado na indústria têxtil, pode prejudicar a saúde humana e afetar a fotossíntese de organismos aquáticos por bloquear a passagem de luz na água. Além disso, a junção demonstrou capacidade de produzir hidrogênio.

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  • Concha de caracol pode guardar pistas de ciclones e chuvas do passado

    Concha de caracol pode guardar pistas de ciclones e chuvas do passado

    Concha de caracol pode guardar pistas de ciclones e chuvas do passado

    Concha de caracol pode guardar pistas de ciclones e chuvas do passado

    Estudo mostra que mudanças químicas e no crescimento da concha dos caracóis registraram chuvas intensas associadas a ciclones na Austrália

    Estudo científico: pesquisadores utilizaram a concha de um caracol da espécie Figuladra bayensis para investigar condições climáticas passadas na Austrália;

    Análise da concha: o exemplar, coletado em 2018 no estado de Queensland, registrou em sua estrutura variações de isótopos associadas a chuvas extremas causadas pelos ciclones Marcia e Debbie;

    Perspectivas futuras: o uso da técnica em conchas antigas pode auxiliar a reconstruir eventos climáticos históricos, embora a eficácia ainda dependa de confirmação.

    A concha que um caracol carrega durante toda a vida pode funcionar como um arquivo das condições ambientais enfrentadas pelo animal. Ao analisar pequenas porções de um exemplar, cientistas encontraram sinais relacionados a chuvas extremas provocadas por ciclones que atingiram a Austrália.

    O estudo, publicado em 28 de agosto na revista científica The Holocene, analisou a concha de um caracol terrestre da espécie Figuladra bayensis, conhecido como Biggenden Banded Snail, encontrado no Parque Nacional Coalstoun Lakes, no estado de Queensland.

    O animal havia morrido recentemente quando foi coletado, em 2018. A partir da datação por radiocarbono, os pesquisadores estimaram que ele viveu cerca de quatro anos e meio e descobriram que a concha não cresceu em ritmo constante. Períodos de desenvolvimento acelerado apareceram justamente após episódios de chuva extrema.

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  • Resfriamento radiativo passivo pode ser uma alternativa ao ar-condicionado

    Resfriamento radiativo passivo pode ser uma alternativa ao ar-condicionado

    Resfriamento radiativo passivo pode ser uma alternativa ao ar-condicionado

    Resfriamento radiativo passivo pode ser uma alternativa ao ar-condicionado

    A tecnologia desses materiais envia calor ao espaço e pode reduzir o uso do ar-condicionado sem gastar energia elétrica no processo

    Tecnologia de resfriamento: materiais de resfriamento radiativo passivo podem reduzir a temperatura de superfícies sem o uso de energia elétrica ao refletir radiação solar e emitir calor no infravermelho médio;

    Desempenho térmico: superfícies com essa tecnologia podem ficar entre 10 °C e 15 °C abaixo da temperatura do ar;

    Limitações técnicas: a eficiência é reduzida por alta umidade, céu nublado ou ar parado, não substituindo sistemas de ar-condicionado.

    Diante das frequentes ondas de calor e do aumento exponencial na conta de luz, impulsionado pelo uso do ar-condicionado, a busca por alternativas sustentáveis de refrigeração tornou-se prioridade. Entre as inovações, estão os materiais de resfriamento radiativo passivo: tintas, filmes e tecidos tecnológicos capazes de baixar a temperatura de superfícies mesmo sob sol pleno, totalmente sem consumo de energia elétrica.

    A física por trás dessa tecnologia baseia-se em um conceito chamado seletividade espectral. Como explica o mestre em ciência de materiais José Ribamar, esses materiais agem de forma oposta aos revestimentos comuns.

    “A tinta convencional apenas reflete a luz visível, mantendo a superfície na mesma temperatura do ar. Já os materiais de resfriamento radiativo refletem a maior parte da radiação solar e possuem alta emissividade no infravermelho médio”, aponta.

    Esse processo faz com que o material troque calor diretamente com o espaço através da chamada “janela de transparência atmosférica” (na faixa de 8 a 13 micrômetros). O resultado prático é um saldo radiativo negativo: a superfície consegue ficar entre 10 °C e 15 °C abaixo da temperatura do ar ao redor, superando os ganhos térmicos por condução e convecção.

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  • Assacu: árvore amazônica possui frutos “explosivos” e produz “leite” tóxico

    Assacu: árvore amazônica possui frutos “explosivos” e produz “leite” tóxico

    Assacu: árvore amazônica possui frutos “explosivos” e produz “leite” tóxico

    Assacu: árvore amazônica possui frutos “explosivos” e produz “leite” tóxico

    O assacu tem um tronco coberto de espinhos, frutos que podem “explodir” quando ficam maduros e um látex leitoso extremamente tóxico

    Características da árvore: a assacu, ou árvore-dinamite, é nativa da Amazônia e possui tronco com espinhos, frutos que liberam sementes através de explosões e um látex altamente tóxico;

    Usos e riscos: a planta é utilizada por comunidades tradicionais em tratamentos medicinais e na pesca, mas o manuseio exige cautela, pois o látex pode causar queimaduras graves, irritação severa e cegueira temporária em caso de contato com a pele.

    Você já ouviu falar na assacu (Hura crepitans)? Ela é uma árvore nativa da Amazônia e também está amplamente distribuída na América Central. A espécie é chamada de “árvore-do-diabo” ou “árvore-dinamite” — e não é à toa. Com um tronco coberto de espinhos, frutos que podem “explodir” quando ficam maduros e um látex leitoso extremamente tóxico, sua fama de perigo na natureza é plenamente justificável.

    “Ela pode chegar a até 40 metros de altura e pertence à família Euphorbiaceae, a mesma do bico-de-papagaio e da mandioca”, explica o professor de ciências biológicas Stefano Salvo Aires, da Universidade Católica de Brasília (UCB).

    Além dos atributos curiosos, a assacu é bastante utilizada por comunidades tradicionais, especialmente indígenas e ribeirinhos. A árvore se destaca também por seus usos medicinais, podendo ser usada como antirreumático (contra sintomas de reumatismo), anti-helmíntico (contra sintomas causados por vermes e parasitas intestinais) e no tratamento de furúnculos.

    “O uso deve ser feito com muita cautela por quem sabe exatamente como manejar a planta, devido à sua toxicidade”, alerta Aires.

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  • “Amassar pãozinho” significa mais do que afeto entre gatos e seus tutores

    “Amassar pãozinho” significa mais do que afeto entre gatos e seus tutores

    "Amassar pãozinho" significa mais do que afeto entre gatos e seus tutores

    "Amassar pãozinho" significa mais do que afeto entre gatos e seus tutores

    Comportamento começa na amamentação e pode durar até a vida adulta — uma prática de origem instintiva

    Origem do comportamento: o ato de “amassar pãozinho” tem início na fase de amamentação dos felinos, quando pressionam as patas na região mamária da mãe;

    Significado variável: especialistas explicam que o movimento está associado a estados de conforto e segurança, mas o significado depende do contexto;

    Observação necessária: o comportamento não indica necessariamente estresse, salvo se excessivo, caso em que deve ser investigado por um veterinário.

    Quem convive com gatos provavelmente já viu a cena em que o animal se acomoda sobre uma manta, almofada ou no próprio colo e começa a pressioná-la alternadamente com as patas dianteiras. Conhecido popularmente como “amassar pãozinho”, o movimento é comum entre os felinos e tem origem nos primeiros momentos de vida.

    O comportamento aparece durante a amamentação, quando os filhotes pressionam alternadamente as patas sobre a região mamária da mãe. Segundo a bióloga, comunicadora telepática animal e terapeuta integrativa Daniela Gil, trata-se de um comportamento que possui uma origem instintiva, mas que não permanece necessariamente com a mesma função ao longo da vida.

    “Um comportamento que surgiu num contexto de alimentação, calor, proximidade física e proteção para o animal, pode continuar sendo manifestado em situações que, para o tutor, representam conforto e segurança”, explica.

    Em alguns gatos, a referência à experiência materna se revela de maneira muito presente. Já em outros, o comportamento pode estar mais relacionado à segurança que o animal sente pela pessoa.

    O veterinário Igor Zimovski, diretor da Clínica Veterinária do Centro Universitário UNICEPLAC, destaca que existe um componente inato, mas a experiência e o aprendizado ao longo da vida também podem influenciar a frequência e o contexto em que o gato realiza o movimento.

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    Fotos para IA exigem atenção a regras de biometria, alertam especialistas

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    Fotos para IA exigem atenção a regras de biometria, alertam especialistas

    Os principais riscos de enviar fotos e aceitar os termos de sites de IAs, segundo especialistas, envolvem a falta de transparência das cias

    Ranking global: estudo da OpenAI aponta que o Brasil ocupa a 3ª posição mundial no uso do ChatGPT, atrás dos Estados Unidos e da Índia;

    Riscos biométricos: especialistas alertam que o envio de fotos para ferramentas de IA gera moldes matemáticos permanentes e modelos treinados com o rosto do usuário, que podem ser usados para clonar identidades;

    Recomendações de segurança: orienta-se preferir ferramentas que processem dados localmente e evitar o envio de fotos nítidas.

    O uso de Inteligência Artificial (IA) no Brasil cresceu de forma expressiva no último ano, impulsionado pela adoção tanto no meio corporativo quanto no cotidiano da população. Um estudo inédito da OpenAI aponta que o país ocupa a 3ª posição global no uso do ChatGPT, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e da Índia. Com o crescimento do uso, principalmente em trends de redes sociais, entre elas o Instagram, especialistas alertam para os riscos de fornecer fotos pessoais para IAs.

    O professor da FGV e especialista em IA e tecnologias emergentes, Kenneth Corrêa, explica o que acontece ao enviar uma foto para um sistema de inteligência artificial. “Você está alimentando uma infraestrutura biométrica permanente. Quando um usuário sobe uma selfie em um gerador de avatares, a ferramenta extrai a geometria do rosto e cria um molde matemático. É como entregar a fechadura da sua casa para um chaveiro desconhecido e depois pedir apenas a peça de metal de volta; a cópia do segredo já foi feita e guardada na gaveta dele”, afirma.

    O especialista alerta que o maior perigo atual é a chamada fumaça biométrica, ou seja, o rastro que fica pelo caminho. Mesmo que a foto original seja deletada do aplicativo, os embeddings e os modelos treinados com aquele rosto continuam operando.

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  • Cueca muito apertada pode prejudicar a qualidade dos espermatozoides

    Cueca muito apertada pode prejudicar a qualidade dos espermatozoides

    Cueca muito apertada pode prejudicar a qualidade dos espermatozoides

    Cueca muito apertada pode prejudicar a qualidade dos espermatozoides

    Cuecas justas podem aproximar os testículos do períneo, tornando a ventilação na região menor e elevando a temperatura do local

    Impacto da ventilação: o uso de cuecas muito justas pode elevar a temperatura dos testículos, o que tem potencial para interferir na espermatogênese;

    Material da cueca: especialistas afirmam que não há evidências consistentes na literatura sobre prejuízos à saúde reprodutiva causados pelo uso de poliéster em comparação ao algodão;

    Outros fatores: o calor excessivo, o consumo de álcool, cigarro, obesidade e o uso de anabolizantes são citados como atitudes que atrapalham a fertilidade.

    A cueca é uma peça indispensável para muitos homens. Além de proteção, o item ajuda a sustentar os órgãos genitais masculinos e garante a higiene pessoal, agindo como uma barreira contra o suor e o atrito com as outras roupas.

    No entanto, a escolha por cuecas mais apertadas pode causar um efeito indesejado, especialmente quando o assunto é fertilidade masculina. Segundo especialista, peças muito justas podem aproximar os testículos do períneo, tornando a ventilação da região menor e elevando a temperatura do local.

    “A temperatura dos testículos, na região da bolsa escrotal, costuma ser cerca de dois graus abaixo da temperatura do restante do corpo. Então, tudo que pode causar interferência na temperatura testicular pode interferir na espermatogênese. [Ou seja], importa se a roupa é apertada, se retém calor, se permite uma boa ventilação e o tempo de exposição”, explica o urologista Osei Akuamoa Júnior, do Hospital Santa Lúcia Norte, em Brasília.

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