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  • Leitura e matemática na infância alteram estrutura cerebral e cognição

    Leitura e matemática na infância alteram estrutura cerebral e cognição

    Leitura e matemática na infância alteram estrutura cerebral e cognição

    Leitura e matemática na infância alteram estrutura cerebral e cognição

    Práticas de leitura e desafios matemáticos fortalecem redes de atenção e raciocínio sem a necessidade de sobrecarga de estudos

    Desenvolvimento cerebral: a neuroplasticidade permite que o cérebro infantil adapte conexões por meio de experiências como leitura e interações;

    Papel dos jogos: atividades como quebra-cabeças e jogos estimulam o planejamento, enquanto o ensino sistemático organiza conceitos;

    Uso de telas: especialistas apontam que o consumo passivo de telas pode limitar oportunidades de aprendizado ao substituir interações concretas e exploração do espaço.

    A neuroplasticidade permite que o cérebro infantil adapte sua estrutura e conexões de acordo com as experiências vividas. Ao interagir com histórias, identificar padrões ou comparar quantidades, o cérebro da criança fortalece circuitos dedicados à linguagem, memória e foco.

    Pesquisas na área de neurociência cognitiva indicam que estímulos precoces não dependem de treinamentos exaustivos, mas de interações significativas que moldam o desenvolvimento cognitivo.

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    Vida & Estilo Leitura na infância molda o cérebro e cria mentes mais brilhantes

    Leitura na infância molda o cérebro e cria mentes mais brilhantes

    Na leitura, o impacto vai além do aprendizado das letras. O hábito de escutar ou ler uma narrativa exige a manutenção das informações na memória para a compreensão do enredo. Esse processo exercita a atenção sustentada de forma gradual. Segundo a psicopedagoga Virgínia de Castro, especialista em neurociência e educação da Maple Bear Brasília, a prática atua diretamente na capacidade de concentração.

  • Calor extremo: tutores devem tomar cuidado para evitar hipertermia em pets

    Calor extremo: tutores devem tomar cuidado para evitar hipertermia em pets

    Calor extremo: tutores devem tomar cuidado para evitar hipertermia em pets

    Calor extremo: tutores devem tomar cuidado para evitar hipertermia em pets

    Como não suam, os pets têm dificuldade de controlar a própria temperatura corporal e o calor extremo pode causar prejuízos à saúde deles

    Riscos do calor: especialistas alertam que altas temperaturas podem causar hipertermia, desidratação e até a morte em pets;

    Animais vulneráveis: filhotes, idosos, obesos e raças braquicefálicas, como Pugs e Bulldogs, exigem atenção redobrada;

    Cuidados recomendados: segundo especialistas ouvidos pelo Metrópoles, tutores devem manter animais em locais frescos, garantir água constante e evitar passeios nos horários de sol forte.

    Impulsionado pelos efeitos do fenômeno climático El Niño, o calor extremo tem castigado algumas regiões do Brasil. O cuidado deve ser redobrado para os pets: as altas temperaturas podem facilmente superaquecer o corpo de cães e gatos e levar a quadros de hipertermia (condição em que a temperatura do corpo sobe muito), caso não sejam tomados os cuidados necessários.

    Como não suam, os pets têm dificuldade de controlar a própria temperatura corporal. Os gatos costumam ter mais facilidade para buscar locais frescos para se refrescar, além de evitar esforço físico quando sentem calor.

    Já os cães são mais sensíveis, pois precisam realizar suas necessidades fisiológicas na rua ou em gramados dentro de casa, o que pode obrigar a exposição ao calor extremo e ao asfalto quente.

    “Em situações mais intensas, o animal pode sofrer com desidratação, queda da pressão, dificuldade para respirar, alterações nos rins, fígado e sistema de coagulação e, nos casos mais graves, alterações neurológicas, choque e até morte”, alerta a médica veterinária Kássia Vieira, professora da Universidade Católica de Brasília (UCB).

    Em quadros mais graves, o veterinário Igor Zimovski alerta que pode ocorrer o “golpe de calor”, uma emergência médica que ocorre quando a temperatura do corpo do animal sobe a níveis perigosos. “Se não for tratado com rapidez, o golpe de calor pode comprometer diversos órgãos”, diz o diretor da clínica veterinária do Centro Universitário Uniceplac, em Brasília.

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  • Terra poderá ser atingida por tempestade geomagnética neste fim de semana

    Terra poderá ser atingida por tempestade geomagnética neste fim de semana

    Terra poderá ser atingida por tempestade geomagnética neste fim de semana

    Terra poderá ser atingida por tempestade geomagnética neste fim de semana

    Boletim publicado pela NOAA, agência científica americana, prevê atividade geomagnética hoje e domingo

    Previsão climática: a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos prevê tempestades geomagnéticas de categoria G1 para 2 de outubro e 4 de outubro;

    Causa do fenômeno: o evento está associado à ejeção de massa coronal ocorrida em 28 de setembro e à chegada de vento solar de alta velocidade;

    Impactos esperados: não são esperadas tempestades de radiação solar, com probabilidade de 10% de interrupções de rádio nas categorias R1–R2.

    A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) prevê tempestades geomagnéticas de fraca intensidade nesta sexta-feira (2/10), e no domingo (4/10). A previsão é do Centro de Previsão de Clima Espacial da agência, que publicou o boletim nesta sexta.

    Os períodos previstos foram classificados como G1, categoria descrita pela NOAA como uma tempestade geomagnética menor. Para sábado, a atividade esperada permanece abaixo do nível de tempestade.

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    Tubarões podem perceber sons de baixa frequência a 74 metros debaixo d’água

    Tubarões podem perceber sons de baixa frequência a 74 metros debaixo d’água

    Tubarões podem perceber sons de baixa frequência a 74 metros debaixo d’água

    Pesquisa mostra que tubarões-galha-preta conseguem perceber sons de baixa frequência e identificar de onde eles vêm

    Estudo científico: pesquisa da Universidade Atlântica da Flórida sugere que tubarões-galha-preta usam a audição para detectar movimentos debaixo d’água;

    Capacidade auditiva: a espécie consegue identificar sons de baixa frequência, entre 100 e 800 Hz, a distâncias de até 74 metros;

    Metodologia e resultados: testes com alto-falantes subaquáticos e drones indicaram que os animais reagem mudando de direção ao perceberem sons fora do campo acústico próximo.

    Além de possuírem uma visão sofisticada e conseguirem enxergar o que está ao redor, os tubarões podem usar a audição para identificar e perceber movimentos debaixo d’água — é o que aponta um estudo realizado com tubarões-galha-preta (Carcharhinus limbatus).

    Feito pela Universidade Atlântica da Flórida, em regiões de águas rasas do condado de Palm Beach, nos Estados Unidos, e publicado em junho na revista Integrative Organismal Biology, o estudo destaca que a espécie consegue detectar sons de baixa frequência a até 74 metros de distância.

    A escolha dos tubarões-galha-preta se deu porque, durante o inverno, são encontrados numerosos grupos da espécie, enquanto ao longo do ano há uma diminuição deles na região.

    O estudo se apresenta como o primeiro a conseguir quantificar evidências de que os animais, nadando livremente, são capazes de perceber e se orientar por sons produzidos no chamado campo acústico distante, já que até então não havia indícios de que eles podiam ouvir em seu ambiente natural.

    “Sua abundância e acessibilidade nos permitiram observá-los de cima sem perturbar seu comportamento natural”, disse Stephen Kajiura, autor sênior e professor de ciências biológicas na Faculdade de Ciências Charles E. Schmidt da FAU, em comunicado.

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  • Orionídeas: chuva de meteoros do Cometa Halley será visível em outubro

    Orionídeas: chuva de meteoros do Cometa Halley será visível em outubro

    Orionídeas: chuva de meteoros do Cometa Halley será visível em outubro

    Orionídeas: chuva de meteoros do Cometa Halley será visível em outubro

    O mês reserva conjunções da Lua com planetas no horizonte e o pico da chuva de meteoros Orionídeas, deixada pelo Cometa Halley

    Eventos astronômicos: em outubro, a Lua servirá como guia visual para a observação de Marte, em 5 de outubro, e de Júpiter, em 6 de outubro;

    Chuva de meteoros: a Terra atravessa detritos do Cometa Halley entre 2 de outubro e 7 de novembro, com o ápice das Orionídeas na madrugada de 21 de outubro;

    Fases da Lua: o mês terá quarto minguante em 3 de outubro, Lua nova em 10 de outubro, quarto crescente em 18 de outubro e Lua cheia em 26 de outubro.

    O mês de outubro terá um espetáculo astronômico para quem gosta de observar o céu noturno. Além de percorrer as quatro fases tradicionais, a Lua servirá como guia visual para a localização de planetas do Sistema Solar e dividirá o palco com a chuva de meteoros Orionídeas, deixada pelo famoso cometa Halley.

    De 4 a 6 de outubro, nas primeiras horas antes do amanhecer, a Lua servirá como ponto de referência no horizonte leste. No dia 5, o astro surge visivelmente próximo ao planeta Marte. No dia seguinte, a Lua minguante fina — com cerca de 20% de iluminação — aproxima-se de Júpiter, que brilhará intensamente no céu matutino, nas primeiras horas antes do amanhecer.

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    A aproximação é um fenômeno de perspectiva. Embora pareçam lado a lado para o observador terrestre, centenas de milhões de quilômetros separam os corpos celestes no espaço.

    Já entre os dias 2 de outubro e 7 de novembro, a Terra atravessa a esteira de poeira e detritos deixados pelo Cometa Halley. O ápice da chuva de meteoros Orionídeas ocorre na madrugada de 21 de outubro.

  • Poema em homenagem a falecido é achado em tumba de 1,7 mil anos no Egito

    Poema em homenagem a falecido é achado em tumba de 1,7 mil anos no Egito

    Poema em homenagem a falecido é achado em tumba de 1,7 mil anos no Egito

    Poema em homenagem a falecido é achado em tumba de 1,7 mil anos no Egito

    Segundo arqueólogos, a tumba foi construída para um homem chamado Pisechtes e sua esposa. Poema é uma homenagem feita por seu filho

    Descoberta arqueológica: pesquisadores encontraram no Egito uma tumba de cerca de 1,7 mil anos na área de Bir al-Shughala;

    Poema funerário: a estrutura continha um texto em grego antigo escrito por Sarapion em homenagem a seu pai, Pisechtes;

    Itens encontrados: foram achados uma moeda de prata com a imagem de Constantino, cerâmicas, uma mesa de oferendas e uma bacia de purificação.

    Pesquisadores encontraram, no Egito, uma tumba datada de cerca de 1,7 mil anos. Dentro da estrutura, estava um poema funerário escrito em grego antigo. A descoberta ocorreu na área arqueológica de Bir al-Shughala e foi divulgada pelo Ministério do Turismo e Antiguidades do Egito na última sexta-feira (25/9).

    Segundo os arqueólogos, a tumba foi construída para um homem chamado Pisechtes e sua esposa. Já o poema é uma homenagem feita por Sarapion, filho de Pisechtes, para o pai. Em uma das partes do texto, foi possível traduzir a expressão “Escute, pai!”, além de pedidos por parte do filho para que o progenitor receba os ritos funerários dados pelos familiares.

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    No poema, também há partes que citam as qualidades do homem, descrito pelo filho como bondoso e sábio. Além do texto, também foram achadas uma mesa de oferendas, peças de cerâmica, uma moeda de prata estampada com a imagem do imperador romano Constantino e uma bacia de purificação.

  • Novo dinossauro com penas é encontrado e pode explicar evolução do voo

    Novo dinossauro com penas é encontrado e pode explicar evolução do voo

    Novo dinossauro com penas é encontrado e pode explicar evolução do voo

    Novo dinossauro com penas é encontrado e pode explicar evolução do voo

    Fóssil quase completo preserva marcas de penas. Comparação com aves modernas aponta caminhos evolutivos diferentes para estruturas de voo

    Nova espécie: o Norellraptor barsboldi, um dinossauro com penas do grupo dos microrraptorinos, foi identificado no nordeste da China;

    Características do fóssil: o esqueleto mede 57 centímetros e apresenta marcas de penas, dentes serrilhados e uma garra curva no segundo dedo do pé;

    Estudo evolutivo: pesquisadores sugerem que estruturas ligadas ao voo se desenvolveram por trajetórias independentes nos microrraptorinos e nas aves.

    Um pequeno dinossauro com penas encontrado no nordeste da China foi identificado como uma nova espécie. Batizado de Norellraptor barsboldi, o animal pertence aos microrraptorinos, grupo de dinossauros próximos das aves na árvore evolutiva.

    O fóssil ajudou pesquisadores a investigar como surgiram estruturas associadas ao voo em diferentes linhagens. A descoberta foi publicada nesta terça-feira (29/9) na revista Nature Communications.⁠

    O exemplar foi descoberto por um agricultor perto de Lamadong, na província de Liaoning, e doado ao Museu da Universidade Hebei GEO.

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  • Robôs na seleção: como a IA pode mudar a forma de contratação do RH

    Robôs na seleção: como a IA pode mudar a forma de contratação do RH

    Robôs na seleção: como a IA pode mudar a forma de contratação do RH

    Robôs na seleção: como a IA pode mudar a forma de contratação do RH

    Automação acelera triagem de vagas e exige governança de dados, mas decisão final continua nas mãos dos gestores humanos

    Uso de IA: processos seletivos utilizam ferramentas automatizadas para transcrever áudios, organizar candidaturas e ranquear perfis de candidatos;

    Mudança no RH: especialistas apontam que a tecnologia assume etapas operacionais, permitindo que gestores foquem na decisão final e no desenvolvimento de talentos;

    Riscos e regulação: o uso de IA em contratações enfrenta debates éticos e jurídicos, sendo classificado como alto risco no Projeto de Lei 2338/2023.

    A rotina de enviar um currículo e aguardar a ligação de um recrutador passou por uma transformação profunda nos últimos anos. Cada vez mais, a primeira etapa de um processo seletivo acontece diante de uma tela, intermediada por algoritmos capazes de transcrever áudios, organizar candidaturas e ranquear perfis de forma automatizada.

    A mudança acelera o ritmo das contratações, mas traz à tona um debate central sobre eficiência, limites regulatórios e a preservação do fator humano na busca por empregos.

    No cenário brasileiro, a aplicação prática da tecnologia tem se concentrado na automação de etapas operacionais. Segundo Fábio Salomon, headhunter, mentor de carreiras e apresentador do podcast Café com Sal, o formato mais recorrente hoje não é uma conversa em tempo real entre o candidato e a máquina, mas sim a entrevista assíncrona.

    “O candidato grava respostas em vídeo para perguntas pré-definidas, e a IA transcreve, organiza e pontua o material contra critérios definidos pelo RH”, explica Salomon.

    O especialista pondera que chatbots de triagem assumiram checagens objetivas, como pretensão salarial e idioma, transferindo para a máquina a gestão do volume e a padronização das perguntas.

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  • Inclinar a cabeça ao ouvir o tutor pode ser sinal de atenção do pet

    Inclinar a cabeça ao ouvir o tutor pode ser sinal de atenção do pet

    Inclinar a cabeça ao ouvir o tutor pode ser sinal de atenção do pet

    Inclinar a cabeça ao ouvir o tutor pode ser sinal de atenção do pet

    Gesto do animal combina atenção, estímulo auditivo e cognição, mas também pode ser um sinal de alerta veterinário

    Origem do comportamento: a inclinação da cabeça em cães e gatos está associada ao processamento de informações comunicativas, como som, entonação e emoção;

    Estudo científico: pesquisa da Eötvös Loránd University indica que cães com maior memorização de vocabulário inclinam a cabeça com mais frequência ao ouvir nomes de brinquedos;

    Alerta de saúde: inclinação persistente sem estímulo externo pode indicar problemas no sistema vestibular ou ouvidos.

    Basta que os tutores mudem o tom de voz para uma entonação agudizada e entusiasmada ao chamar o nome do pet para que a cena se repita: o cão — ou gato — vira ligeiramente o pescoço, fixa o olhar e levanta as orelhas. O gesto, considerado fofo, desperta curiosidade e tem sido objeto de análise por pesquisadores e especialistas em comportamento animal.

    Longe de ser apenas um mero movimento, a inclinação de cabeça revela a complexa engrenagem cognitiva e sensorial voltada para o processamento da comunicação humana.

    De acordo com Karla Bretz, médica veterinária e professora da Newton Paiva Wyden, esse gesto surge como uma resposta direta à atenção do pet. “Nos cães, a inclinação da cabeça parece ser uma resposta associada principalmente à atenção e processamento de informações comunicativas. Quando usamos uma fala mais direcionada ao animal, com entonação marcada, nome do animal ou palavras que ele aprendeu a reconhecer, estamos oferecendo vários sinais simultaneamente: som, entonação, emoção e contexto”, explica.

    Ela pondera, porém, que o ato não indica necessariamente que o pet compreende tudo: “O comportamento provavelmente resulta da interação entre atenção, percepção auditiva, experiência individual e contexto”.

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  • Especialistas apontam que IA ainda não consegue criar uma “vida autônoma”

    Especialistas apontam que IA ainda não consegue criar uma “vida autônoma”

    Especialistas apontam que IA ainda não consegue criar uma "vida autônoma"

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    Ex-pesquisador da OpenAI e da Anthropic disse que a inteligência artificial pode representar um risco real para o futuro da humanidade

    Declaração sobre IA: o ex-pesquisador Jacob Coxon afirmou que a Anthropic carece de responsabilidade e que inteligências artificiais poderiam acabar com a humanidade até 2030;

    Perspectiva acadêmica: especialistas da Fatec e da UnB apontam que o risco principal reside na automatização e no uso em armas ou ataques, não em uma consciência autônoma das máquinas;

    Debate na ONU: o tema foi discutido na 81ª Assembleia Geral, com alertas sobre a necessidade de regulação.

    No início de setembro, uma declaração do ex-pesquisador da OpenAI e da Anthropic — duas das principais empresas de pesquisa e desenvolvimento de inteligência artificial (IA) — chamou a atenção. Ao pedir demissão da Anthropic, Jacob Coxon afirmou que a empresa não tinha responsabilidade e que as inteligências artificiais poderiam acabar com a humanidade até 2030.

    Coxon disse que o risco poderia estar ligado à corrida desenfreada rumo à superinteligência com capacidade de autoaperfeiçoamento.

    Segundo Pedro A. Galvão Junior, professor da Faculdade de Tecnologia (Fatec) São Roque, em São Paulo, o risco sobre a IA não está ligado a ela criar “vida” própria, mas sim ela ser cada vez mais automatizada.

    “Nós já vimos isso na guerra da Rússia, por exemplo, com os próprios drones sendo controlados por IA, sem nenhum tipo de ação humana. Simplesmente, o homem colocou o drone para funcionar, e então, os agentes de IA começaram a trocar dados entre si e a provocar o combates autônomos”, diz o docente.

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