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  • Cabo submarino ligará continentes e terá capacidade de 1 quatrilhão de bits

    Cabo submarino ligará continentes e terá capacidade de 1 quatrilhão de bits

    Cabo submarino ligará continentes e terá capacidade de 1 quatrilhão de bits

    Cabo submarino ligará continentes e terá capacidade de 1 quatrilhão de bits

    Cabo submarino de fibra óptica terá 7 mil quilômetros de comprimento e capacidade inédita de transporte de dados chamada petabits

    Projeto de conectividade: uma parceria implantará um cabo submarino de fibra óptica de 7 mil quilômetros entre Estados Unidos e França;

    Capacidade técnica: a iniciativa, batizada de Petal, terá velocidade de 1 milhão de gigabits por segundo e previsão de operação para 2029;

    Financiamento e construção: o projeto é financiado pela Meta, com construção e fornecimento de fibra óptica pelas companhias japonesas NEC e Sumitomo Electric.

    Uma parceria entre diferentes empresas irá implantar um cabo submarino de fibra óptica de 7 mil quilômetros para transportar dados entre os Estados Unidos e a França. O destaque fica para a velocidade de circulação das informações: a 1 milhão de gigabits por segundo. A iniciativa foi batizada de Petal.

    A Meta, empresa responsável por redes sociais como Instagram, WhatsApp e Facebook, vai financiar o projeto, que tem previsão para entrar em operação em 2029. A NEC e a Sumitomo Electric, ambas companhias japonesas, irão construir e fornecer a fibra óptica, respectivamente. Detalhes sobre a parceria foram anunciados em meados de setembro pela firma norte-americana.

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  • Para se disfarçar, chocos conseguem mudar até a textura da própria pele

    Para se disfarçar, chocos conseguem mudar até a textura da própria pele

    Para se disfarçar, chocos conseguem mudar até a textura da própria pele

    Para se disfarçar, chocos conseguem mudar até a textura da própria pele

    Mecanismo biomecânico permite que moluscos alterem a textura corporal para se camuflarem no fundo marinho em segundos

    Capacidade de camuflagem: chocos alteram a textura da pele criando relevos tridimensionais que imitam rochas, corais e areia;

    Mecanismo biológico: a transformação ocorre em até 2 segundos através de papilas cutâneas controladas pelo sistema nervoso central;

    Eficiência energética: o animal mantém as papilas erguidas por longos períodos com baixo consumo de energia por meio de um mecanismo de sustentação muscular contínua.

    Os chocos ou sépias, moluscos marinhos conhecidos por sua habilidade de camuflagem, vão muito além de simples alterações de cor para se esconderem no oceano. Eles possuem a capacidade biomecânica de alterar a textura física da pele, criando relevos tridimensionais que imitam perfeitamente rochas, corais e areia.

    A transformação ocorre em questão de segundos e combina a ação de pigmentos visuais com estruturas musculares especializadas conhecidas como papilas cutâneas. No processo, não há necessidade de um esqueleto rígido ou da expansão de fluidos.

    “O funcionamento é descrito como uma espécie de hidrostato muscular. Portanto, essa rugosidade que se vê é real. Elas surgem de saliências que alteram o contorno e as sombras da superfície corporal”, explica o pesquisador do Laboratório de Ecologia e Evolução Molecular da Universidade Federal Fluminense (UFF), Rodolfo Leandro.

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    Ciclo de vida e reprodução dos salmões podem transformar peixes em zumbis

    Ciclo de vida e reprodução dos salmões podem transformar peixes em zumbis

    Ciclo de vida e reprodução dos salmões podem transformar peixes em zumbis

    Quando iniciam a migração reprodutiva, os salmões, em especial os do Pacífico, gastam tanta energia que podem ter o próprio corpo danificado

    Ciclo de vida: os salmões nascem em água doce, migram para o mar na fase adulta e retornam aos rios de origem para se reproduzir;

    Processo migratório: durante a reprodução, os peixes interrompem a alimentação e utilizam reservas corporais, chegando a consumir os próprios órgãos;

    Estratégia reprodutiva: o comportamento, que especialistas comparam a zumbis, prioriza a sobrevivência da espécie, podendo levar à morte dos peixes após a desova.

    O salmão é um peixe popular no prato de consumidores pelo mundo. Porém, para que ele chegue na sua mesa, é preciso que o animal se reproduza. O ciclo natural da vida dos peixes não é tão simples assim: alguns especialistas chegam a dizer que o salmão, principalmente o do Pacífico, pode se transformar em um “zumbi” durante o processo.

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    Todos os filhotes nascem em água doce, onde os alevinos – a nomenclatura dos filhotes de salmão – passam os primeiros anos de vida. Quando os pequenos crescem e viram jovens, eles partem em sua jornada para a água salgada, onde se tornam adultos.

  • Acúmulo de lixo espacial na órbita da Terra ameaça satélites e serviços

    Acúmulo de lixo espacial na órbita da Terra ameaça satélites e serviços

    Acúmulo de lixo espacial na órbita da Terra ameaça satélites e serviços

    Acúmulo de lixo espacial na órbita da Terra ameaça satélites e serviços

    Acúmulo de fragmentos espaciais amplia risco de colisões em alta velocidade e mobiliza órgãos internacionais para contenção do problema

    Volume de detritos: a órbita terrestre contém cerca de 47 mil objetos monitorados e mais de 200 milhões de fragmentos entre 1 milímetro e 1 centímetro;

    Riscos orbitais: a densidade de resíduos ameaça satélites e missões tripuladas, com risco de reações em cadeia conhecidas como Síndrome de Kessler;

    Medidas de mitigação: agências e empresas utilizam monitoramento de tráfego, manobras de desvio e diretrizes de descarte para evitar colisões e proteger infraestruturas espaciais.

    Cerca de 47 mil objetos são acompanhados por redes de vigilância na órbita terrestre, mas a população total de lixo espacial ultrapassa centenas de milhões de fragmentos que colocam em risco equipamentos de navegação, comunicação e missões tripuladas.

    A dimensão do problema escala conforme se reduz o tamanho das partículas. Segundo estimativas da Agência Espacial Europeia e do programa de detritos orbitais da Nasa, existem cerca de 68 mil objetos maiores que 10 centímetros, aproximadamente 1,5 milhão com dimensões entre 1 e 10 centímetros e mais de 200 milhões de fragmentos com tamanhos entre um milímetro e um centímetro flutuando ao redor da Terra.

    Ciência Asteroide passará perto da Terra em 2029 e pode bater em lixo espacial

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    Ciência Queda de lixo espacial é risco crescente devido a materiais

    Ciência Especialistas esclarecem se é possível acabar com o lixo espacial

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    Ciência Lixo espacial pode afetar GPS, comunicações e previsão do tempo?

    A proliferação desses resíduos é impulsionada pela expansão das atividades aeroespaciais e pelo aumento no volume de lançamentos ao longo das últimas décadas.

    Considera-se lixo espacial qualquer estrutura artificial sem função operacional que permanece no espaço, como satélites desativados, estágios de foguetes, componentes liberados em missões e detritos decorrentes de colisões ou explosões. Embora parte do material seja monitorada em tempo real por radares e telescópios, a maioria é composta por partículas minúsculas imperceptíveis ao rastreamento contínuo.

  • Estudo da Fiocruz detecta presença de cocaína em rios do Rio de Janeiro

    Estudo da Fiocruz detecta presença de cocaína em rios do Rio de Janeiro

    Estudo da Fiocruz detecta presença de cocaína em rios do Rio de Janeiro

    Estudo da Fiocruz detecta presença de cocaína em rios do Rio de Janeiro

    Os níveis de contaminação de cocaína eram maiores do que os encontrados em pesquisas semelhantes na Bélgica, Espanha e nos Estados Unidos

    Presença de substâncias: investigação da Fiocruz identificou cocaína e benzoilecgonina em cinco rios da capital e Região Metropolitana do Rio de Janeiro;

    Período de coletas: o estudo ocorreu entre julho de 2022 e junho de 2023, com pico de contaminação em janeiro;

    Riscos ecológicos: pesquisadores alertam que as substâncias podem causar prejuízos a organismos aquáticos, como deformações e alterações cardíacas e neurológicas.

    Uma investigação da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em cinco rios da capital e Região Metropolitana do Rio de Janeiro identificou a presença de cocaína na água. Os pesquisadores também acharam benzoilecgonina, principal derivado da droga, excretada pela urina após a metabolização no organismo.

    Segundo os cientistas, os níveis de contaminação eram maiores do que os encontrados em pesquisas semelhantes na Bélgica, Espanha e nos Estados Unidos. Todos os rios investigados desaguam na Baía de Guanabara. Os resultados da pesquisa foram publicados na revista Aquatic Toxicology no final de setembro.

    Brasil MPF apura suspeita de contaminação em mudas de cacau na Bahia

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    Ciência Prefeitos gastam mais com o meio ambiente em ano eleitoral, diz estudo

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    Além da Fiocruz, pesquisadores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio) participaram do estudo.

  • Fóssil revela nova espécie de inseto que viveu na era dos dinossauros

    Fóssil revela nova espécie de inseto que viveu na era dos dinossauros

    Fóssil revela nova espécie de inseto que viveu na era dos dinossauros

    Fóssil revela nova espécie de inseto que viveu na era dos dinossauros

    O novo inseto possui um atributo que chamou a atenção dos cientistas: peças bucais bem longas e flexíveis, que possivelmente sugavam seiva

    Nova espécie: pesquisadores identificaram o inseto Cretodorus noonoo, que viveu há cerca de 99 milhões de anos;

    Características físicas: o exemplar apresenta peças bucais longas, flexíveis e com dobras transversais;

    Estudo científico: a pesquisa, conduzida pela Universidade de Tel Aviv e pela Academia Chinesa de Ciências, indica que o inseto era especialista na sucção de seiva de árvores.

    Um fóssil preservado no interior de um âmbar revelou uma nova espécie de inseto que viveu há cerca de 99 milhões de anos, ainda na era dos dinossauros. Batizado de Cretodorus noonoo (ou Noo-Noo) , o exemplar possui um atributo físico que chamou a atenção dos pesquisadores: peças bucais bem longas e flexíveis – a estrutura localizada na cabeça servia para capturar, processar e ingerir alimentos entre os insetos.

    Durante a análise, foram examinados fósseis de insetos pertencentes à família Neazoniidae, uma antiga linhagem de cigarrinhas da qual o gênero Noo-noo faz parte. Apesar de os antepassados terem peças bucais robustas, os parentes modernos têm estruturas mais simples, o que demonstra que a robustez foi somente uma adaptação evolutiva da época.

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  • Anatomia do cavalo-marinho macho assume papel central na gestação

    Anatomia do cavalo-marinho macho assume papel central na gestação

    Anatomia do cavalo-marinho macho assume papel central na gestação

    Anatomia do cavalo-marinho macho assume papel central na gestação

    Alterações teciduais na bolsa incubadora garantem sobrevivência de ovos fecundados após ritual de acasalamento

    Processo reprodutivo: em cavalos-marinhos da família Syngnathidae, o macho gesta a prole em uma bolsa incubadora que nutre e oxigena os embriões;

    Dinâmica da gestação: a fertilização ocorre após o macho receber os óvulos da fêmea, que pode produzir nova remessa de ovos enquanto ocorre a incubação;

    Nascimento dos filhotes: o macho expele dezenas a mais de 500 indivíduos por meio de contrações, sem registro de cuidado parental após a liberação na água.

    Ao contrário da maioria dos peixes, em que as fêmeas gestam os embriões, nos cavalos-marinhos, pertencentes à família Syngnathidae, a gestação é feita pelos machos. Eles possuem uma bolsa incubadora na região ventral — uma estrutura anatômica responsável por abrigar, nutrir e oxigenar os ovos depositados pelas fêmeas durante o acasalamento.

    A adaptação fisiológica transforma o tecido da bolsa ao longo da gravidez, criando um microambiente protegido que atua em funções essenciais até o momento em que os filhotes são expelidos para o ambiente marinho.

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    Ciência Cientistas encontram “cidade de peixes” escondida no mar da Antártida

    Cientistas encontram “cidade de peixes” escondida no mar da Antártida

    A gestação, que dura em média de 2 a 4 semanas, começa após um elaborado ritual de corte. O casal realiza movimentos sincronizados, altera a cor da pele e entrelaça as caudas ao longo de horas ou dias. No ápice da dança de acasalamento, a fêmea insere seu ovipositor na abertura da bolsa incubadora do macho, transferindo os óvulos. A fertilização ocorre internamente, logo após a entrada dos gametas femininos.

  • Tecnologia da urna: sem conexão à internet e imune a quedas de energia

    Tecnologia da urna: sem conexão à internet e imune a quedas de energia

    Tecnologia da urna: sem conexão à internet e imune a quedas de energia

    Tecnologia da urna: sem conexão à internet e imune a quedas de energia

    Antes de chegarem às seções eleitorais, as urnas eletrônicas, que computarão os votos, passam por etapas de inspeção, testes e fiscalização

    Processo de votação: as urnas eletrônicas realizam a computação dos votos para cargos legislativos e executivos;

    Segurança técnica: o equipamento funciona de forma isolada, sem conexão com internet, wi-fi ou bluetooth, e possui bateria própria;

    Contagem de votos: após o encerramento, o Boletim de Urna é impresso e os dados são transmitidos por rede exclusiva da Justiça Eleitoral para totalização.

    Neste domingo (4/10), ocorrem as eleições nacionais no Brasil para a definição de quem ocupará os cargos de deputados estaduais (distrital no Distrito Federal), deputados federais, senadores, governadores e presidente. Todos os votos dados pelos eleitores serão computados pelas urnas eletrônicas. Mas você sabe como funciona a tecnologia do equipamento?

    Antes de chegarem às seções eleitorais, as urnas passam por etapas de inspeção, testes e fiscalização. Já nos locais de votação, assim que eles são abertos ao público, às 8h (horário de Brasília), os mesários ligam a máquina e emitem a zerésima, um documento responsável por comprovar que nenhum voto foi registrado na máquina antes do início da votação.

    Informações fornecidas pela Agência do Senado afirmam que, para funcionar, a urna não depende de conexão com a internet, wi-fi ou bluetooth. Isso porque o equipamento funciona de forma isolada e não possui dispositivos de hardware ou software destinados a conexões desse tipo.

    Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), as urnas funcionam de forma totalmente offline e executam somente programas previamente inspecionados. Além disso, como possui uma bateria própria, em casos de falta de energia elétrica nas seções eleitorais, o equipamento continua funcionando.

    Assim que a votação termina, às 17h (horário de Brasília), o presidente da mesa encerra a votação e imprime o Boletim de Urna (BU), um documento que registra os resultados de cada seção eleitoral. Os dados também são gravados em uma mídia e enviados para os sistemas de totalização por uma rede exclusiva usada pela Justiça Eleitoral para a contagem dos votos.

    A máquina também possui o Registro Digital do Voto (RDV), um meio que registra o voto individualmente. Quando necessário, o RDV pode ser usado em procedimentos de auditoria e recontagem de votos.

    “A urna é isolada, não tem internet, não tem wi-fi, não tem bluetooth. Depois que termina a votação, a gente retira a mídia e faz a transmissão dos resultados”, explica o secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Júlio Valente, em entrevista à Agência Senado.

    Caso seja do interesse do eleitor, os boletins de urna de cada seção eleitoral podem ser consultados por meio da Justiça Eleitoral.

    Para ficar por dentro de tudo sobre ciência e nutrição, veja todas as reportagens de Saúde.

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  • Leitura e matemática na infância alteram estrutura cerebral e cognição

    Leitura e matemática na infância alteram estrutura cerebral e cognição

    Leitura e matemática na infância alteram estrutura cerebral e cognição

    Leitura e matemática na infância alteram estrutura cerebral e cognição

    Práticas de leitura e desafios matemáticos fortalecem redes de atenção e raciocínio sem a necessidade de sobrecarga de estudos

    Desenvolvimento cerebral: a neuroplasticidade permite que o cérebro infantil adapte conexões por meio de experiências como leitura e interações;

    Papel dos jogos: atividades como quebra-cabeças e jogos estimulam o planejamento, enquanto o ensino sistemático organiza conceitos;

    Uso de telas: especialistas apontam que o consumo passivo de telas pode limitar oportunidades de aprendizado ao substituir interações concretas e exploração do espaço.

    A neuroplasticidade permite que o cérebro infantil adapte sua estrutura e conexões de acordo com as experiências vividas. Ao interagir com histórias, identificar padrões ou comparar quantidades, o cérebro da criança fortalece circuitos dedicados à linguagem, memória e foco.

    Pesquisas na área de neurociência cognitiva indicam que estímulos precoces não dependem de treinamentos exaustivos, mas de interações significativas que moldam o desenvolvimento cognitivo.

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    Fábia Oliveira Especialistas analisam alerta de Alinne Moraes sobre celular na infância

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    Saúde Trauma na infância pode alterar o cérebro e afetar a saúde, diz estudo

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    Vida & Estilo Leitura na infância molda o cérebro e cria mentes mais brilhantes

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    Na leitura, o impacto vai além do aprendizado das letras. O hábito de escutar ou ler uma narrativa exige a manutenção das informações na memória para a compreensão do enredo. Esse processo exercita a atenção sustentada de forma gradual. Segundo a psicopedagoga Virgínia de Castro, especialista em neurociência e educação da Maple Bear Brasília, a prática atua diretamente na capacidade de concentração.

  • Calor extremo: tutores devem tomar cuidado para evitar hipertermia em pets

    Calor extremo: tutores devem tomar cuidado para evitar hipertermia em pets

    Calor extremo: tutores devem tomar cuidado para evitar hipertermia em pets

    Calor extremo: tutores devem tomar cuidado para evitar hipertermia em pets

    Como não suam, os pets têm dificuldade de controlar a própria temperatura corporal e o calor extremo pode causar prejuízos à saúde deles

    Riscos do calor: especialistas alertam que altas temperaturas podem causar hipertermia, desidratação e até a morte em pets;

    Animais vulneráveis: filhotes, idosos, obesos e raças braquicefálicas, como Pugs e Bulldogs, exigem atenção redobrada;

    Cuidados recomendados: segundo especialistas ouvidos pelo Metrópoles, tutores devem manter animais em locais frescos, garantir água constante e evitar passeios nos horários de sol forte.

    Impulsionado pelos efeitos do fenômeno climático El Niño, o calor extremo tem castigado algumas regiões do Brasil. O cuidado deve ser redobrado para os pets: as altas temperaturas podem facilmente superaquecer o corpo de cães e gatos e levar a quadros de hipertermia (condição em que a temperatura do corpo sobe muito), caso não sejam tomados os cuidados necessários.

    Como não suam, os pets têm dificuldade de controlar a própria temperatura corporal. Os gatos costumam ter mais facilidade para buscar locais frescos para se refrescar, além de evitar esforço físico quando sentem calor.

    Já os cães são mais sensíveis, pois precisam realizar suas necessidades fisiológicas na rua ou em gramados dentro de casa, o que pode obrigar a exposição ao calor extremo e ao asfalto quente.

    “Em situações mais intensas, o animal pode sofrer com desidratação, queda da pressão, dificuldade para respirar, alterações nos rins, fígado e sistema de coagulação e, nos casos mais graves, alterações neurológicas, choque e até morte”, alerta a médica veterinária Kássia Vieira, professora da Universidade Católica de Brasília (UCB).

    Em quadros mais graves, o veterinário Igor Zimovski alerta que pode ocorrer o “golpe de calor”, uma emergência médica que ocorre quando a temperatura do corpo do animal sobe a níveis perigosos. “Se não for tratado com rapidez, o golpe de calor pode comprometer diversos órgãos”, diz o diretor da clínica veterinária do Centro Universitário Uniceplac, em Brasília.

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