Categoria: Destaque

  • Descarte incorreto de antibióticos ajuda superbactérias a se multiplicar

    Descarte incorreto de antibióticos ajuda superbactérias a se multiplicar

    Descarte incorreto de antibióticos ajuda superbactérias a se multiplicar

    Descarte incorreto de antibióticos ajuda superbactérias a se multiplicar

    O descarte incorreto de antibióticos está entre os principais fatores que favorecem o aumento de resistência em bactérias atualmente

    Em 2017, a Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou que a resistência de bactérias aos antibióticos atuais era uma das principais ameaças à saúde mundial. Quase 10 anos se passaram e o alerta, de fato, estava correto: as chamadas superbactérias são uma das principais ameaças à saúde pública atualmente.

    “Existe uma estimativa de que, em 2050, as infecções por germes multirresistentes poderão ser a principal causa de óbito em todo o mundo. O investimento no desenvolvimento de pesquisas científicas para a criação de novos antimicrobianos e de mecanismos de tratamento para infecções bacterianas multirresistentes é extremamente importante”, alerta o infectologista André Bon, coordenador de infectologia do Hospital Brasília.

    Entre os dois principais motivos para a disseminação de bactérias mais resistentes aos tratamentos atuais estão o uso e o descarte inadequado de antibióticos, tanto entre humanos quanto na agropecuária.

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    No caso de humanos, ingerir medicamentos sem prescrição e utilizá-los por mais tempo que o necessário são atitudes que favorecem o aumento da resistência bacteriana. Já na agropecuária, o uso de medicamentos para prevenir doenças ou acelerar o crescimento dos animais, em vez de apenas tratá-los, também auxilia na sobrevivência e proliferação dessas bactérias.

    “O maior volume, em gramas, de antimicrobianos utilizado no mundo está justamente na agropecuária. É um uso bastante inapropriado e representa um volume muito grande”, afirma Bon.

    Ao comprar um medicamento, é comum usá-lo e deixá-lo de lado após o término do tratamento. O problema é que o descarte incorreto pode contribuir para a seleção, manutenção e disseminação da resistência no ambiente. Descartando no lixo comum, no vaso sanitário ou na pia, os princípios ativos dos remédios podem chegar ao solo, à água e a outros locais onde estão os microrganismos.

  • Tá perdido? Típico da Austrália, canguru é visto andando no Reino Unido

    Tá perdido? Típico da Austrália, canguru é visto andando no Reino Unido

    Tá perdido? Típico da Austrália, canguru é visto andando no Reino Unido

    Tá perdido? Típico da Austrália, canguru é visto andando no Reino Unido

    O canguru foi encontrado por um dono de uma confeitaria, que, inicialmente, acreditou se tratar de um cachorro

    Avistamento de animal: um homem encontrou um filhote de canguru-de-cauda-curta nas ruas de Liskeard, na Inglaterra;

    Relato do encontro: Scot Weller viu o animal em 24 de agosto, por volta das 5h30, e acionou autoridades locais, mas o bicho não foi localizado posteriormente;

    Presença de cangurus: a RSPCA afirma que a presença da espécie no Reino Unido ocorre devido a fugas de cativeiros e aconselha que a população mantenha distância dos animais.

    Um homem no Reino Unido registrou um canguru-de-cauda-curta filhote saltitando tranquilamente pelas ruas de Liskeard, uma cidade na Inglaterra. O encontro chama atenção especialmente pelo animal ser nativo da Austrália e não do país inglês.

    Quem encontrou o canguru foi Scot Weller, dono de uma confeitaria na região. Segundo ele, tudo ocorreu por volta das 5h30 da manhã da última segunda-feira (24/8), quando ele estava indo para o trabalho. O relato foi dado ao portal BBC.

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  • Tempestade geomagnética moderada pode atingir a Terra nesta sexta (28/8)

    Tempestade geomagnética moderada pode atingir a Terra nesta sexta (28/8)

    Tempestade geomagnética moderada pode atingir a Terra nesta sexta (28/8)

    Tempestade geomagnética moderada pode atingir a Terra nesta sexta (28/8)

    A ocorrência de tempestades geomagnéticas na Terra favorece o surgimento de auroras boreais em várias regiões do planeta, incluindo o sul

    Explosão solar: o Sol apresentou uma ejeção de massa coronal em 25 de agosto;

    Previsão climática: a NOAA indica uma tempestade geomagnética de nível moderado na Terra entre 28 e 29 de agosto;

    Possíveis impactos: o fenômeno pode gerar auroras boreais, interferências em sistemas de rádio, redes elétricas e satélites, além de aumentar a exposição à radiação para astronautas.

    Uma explosão no Sol ocorrida em 25 de agosto provocou uma ejeção de massa coronal (EMC). De acordo com a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA), o evento deve causar uma tempestade geomagnética na Terra de nível moderado (G2) entre esta sexta-feira (28/8) e sábado (29/8).

    De acordo com a escala de tempestades geomagnéticas, que vai de G1 a G5 (sendo o último o nível mais grave), a situação não é a mais crítica possível. Assim como a tempestade, a explosão solar também foi classificada com intensidade moderada.

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  • Seu cachorro pisca os olhos para se comunicar com você, sugere estudo

    Seu cachorro pisca os olhos para se comunicar com você, sugere estudo

    Seu cachorro pisca os olhos para se comunicar com você, sugere estudo

    Seu cachorro pisca os olhos para se comunicar com você, sugere estudo

    Ao realizar experimentos com vídeos, os pesquisadores perceberam que os cachorros piscavam mais quando os tutores apareciam na gravação

    Estudo científico: pesquisadores da Universidade de Parma, na Itália, identificaram que cachorros piscam com mais frequência ao ver seus tutores realizarem a mesma ação;

    Metodologia da pesquisa: o estudo analisou 35 cães expostos a vídeos de humanos piscando ou não, observando que a frequência da ação é maior na presença dos donos;

    Conclusão dos autores: os cientistas avaliam que o piscar pode integrar o repertório comportamental dos cães em contextos sociais.

    Apesar de não utilizarem palavras, os cachorros também se comunicam e uma das formas de “falar”, além de latir, é piscar os olhos. A descoberta foi feita por cientistas da Universidade de Parma, na Itália. Em um novo estudo, eles perceberam que os cães piscam com mais frequência ao ver os tutores realizando a mesma ação. Os resultados foram publicados na revista Royal Society Open Science nessa quarta-feira (26/8).

    Pesquisas anteriores já haviam encontrado evidências de cães piscando ao ver vídeos de outros cachorros ou ao interagir com seus tutores. Porém, os cenários complexos promovidos impediam distinguir se o ato era espontâneo ou não.

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    Os pesquisadores do estudo mais recente realizaram experimentos para analisar a piscada de olhos de forma isolada. Ao todo, 35 cães participaram da pesquisa.

    Cada um deles assistiu a dois vídeos de 40 segundos com três pessoas aparecendo em cada um. Na primeira gravação, o dono, um homem desconhecido e uma mulher desconhecida piscavam uma vez a cada três segundos. Na segunda, os mesmos três direcionavam o olhar para a frente, sem piscar.

  • Fezes de cães não viram adubo e trazem risco de infecção por parasitas

    Fezes de cães não viram adubo e trazem risco de infecção por parasitas

    Fezes de cães não viram adubo e trazem risco de infecção por parasitas

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    Recolha o cocô do seu cachorro! Especialistas alertam que fezes de cães exigem um ambiente controlado para virar adubo

    Uso como adubo: especialistas afirmam que fezes de cães, para serem usadas como adubo, exigiriam processos controlados como compostagem ou biodigestão;

    Riscos sanitários: fezes de animais não tratadas podem conter parasitas e agentes infecciosos, representando riscos à saúde humana e animal;

    Impacto ambiental: o descarte inadequado de dejetos pode contaminar o solo, corpos d’água e facilitar a transmissão de doenças, como a toxocaríase e o parvovírus.

    É comum ouvir que fezes de animais podem ser usadas como adubo, principalmente as daqueles que se alimentam de plantas, folhas, frutas e sementes, como boi, cavalo e aves. Muita gente usa essa desculpa para não recolher o cocô de cachorros, mas o processo não é tão simples assim.

    O biólogo e médico veterinário Murilo Luiz e Castro Santana, especialista em Gestão, Auditoria e Perícia Ambiental, diz que as fezes de cães até poderiam servir como adubo por possuírem matéria orgânica e nutrientes, mas para isso precisariam passar por um tratamento.

    “Para que dejetos animais sejam aproveitados de forma ambientalmente adequada, é necessário um processo controlado de coleta, tratamento e destinação, o que depende diretamente de um sistema que pode envolver compostagem, biodigestão ou outras formas de tratamento da matéria orgânica”, conta Santana.

    Ele explica que nesses processos há um controle de fatores importantes, como temperatura, umidade, aeração, quantidade de material e tempo de tratamento.

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  • IBGE reconhece montanhas e transforma a leitura do relevo brasileiro

    IBGE reconhece montanhas e transforma a leitura do relevo brasileiro

    IBGE reconhece montanhas e transforma a leitura do relevo brasileiro

    IBGE reconhece montanhas e transforma a leitura do relevo brasileiro

    Nova classificação define critérios e inclui formações montanhosas em 14 estados, com base em relevo, altitude e características geográficas

    Nova classificação: o IBGE e o SBCR reconhecem a existência de montanhas no relevo brasileiro;

    Definição técnica: o critério estabelece elevações a partir de 300 metros, com topos agudos, encostas íngremes e continuidade espacial;

    Divulgação dos dados: o Metrópoles informa que o IBGE deve publicar o mapa morfológico completo e a nota metodológica ao final de setembro.

    Durante anos, a ideia de que o Brasil não tem montanhas foi repetida em salas de aula e materiais didáticos. O relevo do país era apresentado como formado apenas por planaltos, planícies e depressões. Uma nova classificação, porém, muda esse entendimento e reconhece oficialmente a existência de montanhas em território brasileiro.

    A atualização foi conduzida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em conjunto com o Sistema Brasileiro de Classificação do Relevo (SBCR). O trabalho estabelece critérios técnicos mais definidos e deve resultar em um novo mapa morfológico do país, com cinco categorias principais de relevo, incluindo as montanhas.

    De acordo com o engenheiro geólogo Fernando Alkmim, professor da Escola de Minas da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), a definição vai além da altitude isolada.

    “Montanhas são formas de relevo com elevação mínima de 300 metros em relação às áreas ao redor, com topos agudos, encostas íngremes e continuidade espacial. Não podem ser formas isoladas”, explica.

    Esse tipo de formação sempre existiu no Brasil, mas nem sempre foi classificada dessa forma. Ao longo de milhões de anos, o relevo passou por processos intensos de desgaste, o que reduziu a altura das estruturas originais.

    “As montanhas brasileiras são antigas e foram sendo erodidas pela ação da água, do vento e por alterações químicas e físicas das rochas”, afirma Alkmim, que é membro da Academia Brasileira de Ciências (ABC).

    O IBGE informou ao Metrópoles que os dados completos e o novo mapa devem ser divulgados no fim de setembro, acompanhados de uma nota metodológica que detalha os critérios adotados.

    Mesmo sem o novo mapa oficial já publicado, especialistas apontam que essas formações são visíveis em diferentes regiões do país. Cadeias como a Serra do Mar, que se estende pelo litoral do Sudeste e Sul, e a Serra do Espinhaço, que atravessa Minas Gerais e Bahia, são exemplos citados.

    Também entram nessa classificação áreas mais elevadas do Norte, como a região do Pico da Neblina, no Amazonas, ponto mais alto do Brasil. “Basta olhar um mapa do país para perceber essas formações”, diz o professor Geraldo Fernandes, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e também membro da ABC.

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  • Algumas espécies de árvores podem piorar a qualidade do ar, diz estudo

    Algumas espécies de árvores podem piorar a qualidade do ar, diz estudo

    Algumas espécies de árvores podem piorar a qualidade do ar, diz estudo

    Algumas espécies de árvores podem piorar a qualidade do ar, diz estudo

    Novo estudo descobriu que salgueiros-chorões e álamos, árvores comuns em ambientes urbanos, ajudam a produzir a forma prejudicial do ozônio

    Estudo científico: pesquisadores chineses identificaram que salgueiros-chorões e álamos contribuem para a produção de ozônio na superfície;

    Processo químico: essas árvores liberam compostos orgânicos voláteis que, em contato com a poluição veicular e altas temperaturas, formam o gás poluente;

    Dados da pesquisa: levantamento em Pequim aponta que a vegetação participou de 52% das reações químicas formadoras de ozônio entre maio e julho de 2021.

    Quando se fala em plantio de árvores, logo se imagina em benefícios para a qualidade do ar, abrigo para a fauna e armazenamento de carbono. O pensamento está correto, porém, em alguns casos, o cenário pode ocorrer de forma distinta.

    Um novo estudo descobriu que salgueiros-chorões e álamos, árvores comuns em ambientes urbanos, ajudam na produção de ozônio, um gás poluente quando formado perto da superfície terrestre.

    De acordo com a pesquisa, essas espécies de árvores liberam compostos orgânicos voláteis (VOCs), como o isopreno, um exemplar que sozinho não traz prejuízos. O problema começa quando os compostos entram em contato com a poluição de carros em altas temperaturas, formando o ozônio na superfície da Terra, a forma mais prejudicial do gás.

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    Ciência Árvores podem abrigar ecossistemas inteiros, explica pesquisador

    A descoberta liderada por pesquisadores chineses foi realizada em Pequim e teve os resultados publicados na revista Science Advances na última quarta-feira (19/8).

  • Comendo carcaça, abutres reciclam nutrientes e podem controlar doenças

    Comendo carcaça, abutres reciclam nutrientes e podem controlar doenças

    Comendo carcaça, abutres reciclam nutrientes e podem controlar doenças

    Comendo carcaça, abutres reciclam nutrientes e podem controlar doenças

    Aves necrófagas, como o abutre, removem carcaças, ajudam a conter doenças e mantêm o equilíbrio dos ecossistemas naturais

    Função ecológica: os abutres atuam na decomposição de carcaças, reciclando nutrientes como carbono, nitrogênio e fósforo no ambiente;

    Papel sanitário: o consumo rápido de restos mortais reduz a presença de vetores e diminui o risco de disseminação de agentes infecciosos e zoonoses;

    Ameaças à espécie: a intoxicação por venenos ou medicamentos veterinários, colisões e a perda de habitat comprometem as populações de abutres.

    As aves de rapina costumam chamar atenção pela imponência, pela habilidade de caça e pelo papel como predadoras no topo da cadeia alimentar. Entre elas, os abutres se destacam por se alimentarem de animais mortos, o que muitas vezes leva a uma associação negativa. Ainda assim, é justamente essa característica que os torna essenciais para o equilíbrio do meio ambiente.

    As aves podem facilmente serem confundidas com os urubus — bastante comuns no Brasil. No entanto, apesar da semelhança no hábito alimentar, não se trata do mesmo grupo.

    Os abutres pertencem à família Accipitridae e vivem em regiões da África, Ásia e Europa. Já os urubus fazem parte da família Cathartidae e são exclusivos das Américas. Mesmo com origens distintas, ambos exercem funções semelhantes na natureza.

    Ao se alimentarem de animais mortos, os abutres desempenham uma função central na cadeia alimentar. Eles aceleram a decomposição e devolvem nutrientes ao ambiente.

    “Essas aves se especializaram no consumo de carcaças e atuam como ‘faxineiros’ da natureza, reciclando nutrientes como carbono, nitrogênio e fósforo”, afirma o biólogo Guilherme Bordignon Ceolin, professor da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).

    Sem essa ação, a matéria orgânica levaria mais tempo para se decompor, o que afetaria o funcionamento dos ecossistemas.

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  • Tamara Klink: linha ultrapassada pela velejadora define que dia é hoje

    Tamara Klink: linha ultrapassada pela velejadora define que dia é hoje

    Tamara Klink: linha ultrapassada pela velejadora define que dia é hoje

    Tamara Klink: linha ultrapassada pela velejadora define que dia é hoje

    Brasileira navega sozinha no Ártico. Tamara cruzou a linha que altera o calendário ao redor do planeta e é usada para organizar o tempo

    Expedição atual: a velejadora brasileira Tamara Klink, de 29 anos, navega sozinha pelo mar de Bering a bordo do veleiro Sardinha 2 em rota que liga o Alasca ao Atlântico;

    Cruzamento de marco: em 14 de agosto, Tamara compartilhou o registro da aproximação da Linha Internacional de Data, marco que altera a data no calendário global;

    Linha não é reta: Apesar de parecer um limite simples no mapa, o traçado não é totalmente reto. Ele apresenta desvios para evitar que países e arquipélagos sejam divididos em dias diferentes.

    Você teria coragem de passar meses sozinho em alto-mar, sem rede de celular, sem ninguém para conversar, dependendo só de si mesmo para enfrentar tempestades e o isolamento? Foi esse o caminho escolhido pela velejadora brasileira Tamara Klink, de 29 anos.

    Atualmente, Tamara navega sozinha pelo mar de Bering a bordo do veleiro Sardinha 2, em rota que liga o Alasca ao Atlântico. Pela primeira vez, o percurso pode ser acompanhado quase em tempo real por meio de um painel digital que atualiza a posição da embarcação, a rota e as condições do mar, mesmo em áreas sem cobertura de rede.

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    Na última semana (14/8), a velejadora compartilhou um vídeo em que mostrava a aproximação da Linha Internacional de Data, um marco importante da travessia.

  • Eclipse lunar: fenômeno da Lua avermelhada será visível no Brasil

    Eclipse lunar: fenômeno da Lua avermelhada será visível no Brasil

    Eclipse lunar: fenômeno da Lua avermelhada será visível no Brasil

    Eclipse lunar: fenômeno da Lua avermelhada será visível no Brasil

    Além do nosso país, outros pontos da América do Sul, América do Norte, África e Europa também terão a oportunidade de visualizar o eclipse

    Eclipse lunar: um fenômeno parcial está previsto para ocorrer na madrugada de 28 de agosto;

    Visibilidade: o evento poderá ser observado a olho nu em todo o Brasil, com início às 23h30 e auge logo após a 1h da manhã;

    Outros eventos: a Lua cheia do Esturjão coincide com o eclipse, e uma conjunção entre a Lua e Saturno ocorrerá entre 30 e 31 de agosto.

    Para fechar o mês de agosto com chave de ouro, na madrugada do dia 27 (quinta-feira) para o dia 28 (sexta-feira) está previsto um eclipse lunar parcial. O fenômeno que envolve a Terra, o Sol e a Lua será visível no Brasil e poderá ser observado a olho nu, sem auxílio de instrumentos ópticos, como telescópios ou binóculos.

    Além do nosso país, outros pontos da América do Sul, América do Norte, África e Europa também terão a oportunidade de visualizar o evento astronômico.

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    O fenômeno ocorre quando a Terra se posiciona entre o Sol e a Lua, projetando sua sombra sobre parte do disco lunar. Marcado para o fim de agosto, o evento deve começar por volta das 23h30, atingindo seu auge pouco depois da 1h da manhã. O término ocorrerá perto das 3h.

    No caso de eclipses lunares totais, a luz que atinge a superfície da Lua é filtrada pela nossa atmosfera. Como resultado, o brilho refletido fica avermelhado, gerando a chamada “Lua de Sangue”. Porém, no fenômeno previsto para o dia 28, a Lua não ficará totalmente vermelha, pois o evento será parcial. Por outro lado, estima-se que 95% do disco lunar ficarão em tom quente.