Categoria: Destaque

  • Até a quantidade de água no seu corpo pode impactar o sinal de Wi-Fi

    Até a quantidade de água no seu corpo pode impactar o sinal de Wi-Fi

    Até a quantidade de água no seu corpo pode impactar o sinal de Wi-Fi

    Até a quantidade de água no seu corpo pode impactar o sinal de Wi-Fi

    Entre os principais fatores que interferem no bom funcionamento da conexão Wi-Fi estão paredes, lajes, local do roteador e até pessoas

    No ranking de infraestrutura, o Wi-Fi ocupa a segunda posição em domicílios brasileiros, perdendo apenas para os celulares, conforme dados divulgados em julho deste ano pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Como qualquer outro sistema, a rede de conexão sem fio pode apresentar falhas e até os fatores mais triviais podem dificultar o funcionamento da internet.

    São Paulo Usuários relatam falha no serviço de internet móvel da Vivo em SP

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    Conteúdo especial Especialistas debatem proteção do consumidor na venda de produtos de saúde pela internet

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    De acordo com professor Fernando Leonid, do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e da Faculdade de Tecnologia do Estado de São Paulo (Fatec), tanto em residências quanto em empresas, as barreiras que impedem o funcionamento do Wi-Fi podem ser as mesmas, porém, com diferenças de intensidade.

    Para conexões domiciliares, geralmente são usadas duas frequências de gigahertz (GHz): 2,4 GHz e 5 GHz. “Em casa, por exemplo, todos os aparelhos ficam conectados pelo mesmo meio, e isso gera interferência e causa lentidão”, explica.

    Leonid acrescenta que até pessoas podem gerar bloqueios na rede. “Nós somos compostos por cerca de 70% de água, e a água absorve e atenua fortemente os sinais de Wi-Fi”, ensina.

    O professor Laerte Peotta de Melo, do Departamento de Engenharia Elétrica da Universidade de Brasília (UnB), exemplifica a interferências de multiplas conexões.

    “O Wi-Fi funciona como uma conversa, todos os aparelhos falam na mesma frequência. Quanto mais gente falando ao mesmo tempo, mais lenta e difícil de entender fica a conversa. Nossa rede nada mais é do que um rádio, que tem suas frequências definidas e limitadas”, diz.

    Segundo os professores, paredes de concreto maciço, lajes, espelhos, geladeiras, caixas d’água e as redes dos vizinhos são considerados os maiores vilões de interferência no funcionamento da conexão sem fio.

    Retirar o roteador do armário e posicioná-lo no alto, no meio da casa e sem obstáculos à frente.

  • Naufrágio romano com centenas de ânforas é encontrado na Itália

    Naufrágio romano com centenas de ânforas é encontrado na Itália

    Naufrágio romano com centenas de ânforas é encontrado na Itália

    Naufrágio romano com centenas de ânforas é encontrado na Itália

    Embarcação com centenas de ânforas foi achada a 46 metros de profundidade na costa da Sicília e será alvo de novas investigações

    Mergulhadores localizaram um naufrágio da época romana a cerca de cinco quilômetros da costa de Mazara del Vallo, na Sicília, a 46 metros de profundidade. A embarcação, que pode ter mais de 2,1 mil anos, estava carregada com centenas de ânforas usadas no transporte de mercadorias no Mediterrâneo.

    A descoberta ocorreu durante uma operação conjunta de unidades especializadas dos Carabinieri e da Superintendência do Mar da Sicília após uma denúncia de cidadãos. No fundo do mar, além das ânforas, foram identificados dois eixos de âncora de chumbo e outras estruturas do mesmo material.

    Segundo o Ministério da Cultura da Itália, a maior parte das ânforas é do tipo Dressel 1A, comum no transporte de produtos como vinho na Antiguidade. O conjunto indica uma rota comercial ativa entre diferentes regiões do Mediterrâneo.

    O navio foi encontrado em uma área de difícil acesso para mergulho, o que ajudou a preservar os objetos ao longo dos séculos. A estimativa inicial é de que o naufrágio date de um período entre os séculos II e I antes de Cristo.

    “Esta é uma das mais importantes descobertas arqueológicas subaquáticas dos últimos anos”, afirmou o ministro da Cultura, Alessandro Giuli. Segundo ele, o achado ajuda a entender as rotas comerciais e as trocas entre povos da época.

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    Agora, o achado será documentado com mais detalhes por equipes especializadas. A intenção é reconstruir o contexto arqueolófico do naufrágio e definir medidas de proteção para preservar o material.

  • Como a carne, açúcar foi chave para a evolução humana, afirma estudo

    Como a carne, açúcar foi chave para a evolução humana, afirma estudo

    Como a carne, açúcar foi chave para a evolução humana, afirma estudo

    Como a carne, açúcar foi chave para a evolução humana, afirma estudo

    Análise sugere que frutas, mel e amidos ajudaram a sustentar o cérebro ao longo de milhões de anos, ao lado do consumo de carne

    A ideia de que a carne teve papel central na evolução humana é bem conhecida. Mas um novo estudo publicado na revista Science em 6 de agosto indica que açúcares e outros carboidratos também foram decisivos nesse processo.

    Segundo os pesquisadores, alimentos como frutas e mel podem ter fornecido a energia necessária para sustentar o crescimento do cérebro ao longo da evolução. A análise indica que essas fontes naturais de açúcar tiveram um papel importante ao lado dos alimentos de origem animal.

    O cérebro humano consome grandes quantidades de energia e depende principalmente de glicose para funcionar. Esse composto vem, em grande parte, de alimentos ricos em carboidratos.

    Ao analisar dados sobre o tamanho do corpo e do cérebro ao longo de cerca de 4 milhões de anos, os autores estimam que os açúcares naturais chegaram a representar entre 20% e 35% da ingestão de energia dos nossos ancestrais em boa parte desse período. Essa disponibilidade de energia teria ajudado a sustentar não apenas o cérebro, mas também um corpo cada vez mais ativo.

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    Embora o consumo de carne tenha sido importante, os pesquisadores defendem que ele não explica sozinho as mudanças observadas na evolução humana. O organismo consegue produzir glicose a partir de proteínas e gorduras, mas esse processo é limitado.

    Por isso, fontes diretas de açúcar, como frutas e mel, teriam sido importantes na dieta. Com o tempo, o uso do fogo e o preparo de alimentos também passaram a incluir fontes de amido, aumentando a oferta de carboidratos.

  • Rede de relações: a perda de uma espécie pode modificar um ecossistema

    Rede de relações: a perda de uma espécie pode modificar um ecossistema

    Rede de relações: a perda de uma espécie pode modificar um ecossistema

    Rede de relações: a perda de uma espécie pode modificar um ecossistema

    Sem determinadas espécies, o ecossistema muda de funcionamento e pode perder funções essenciais para a natureza e para as pessoas

    A natureza funciona como uma rede de relações entre animais, plantas, fungos, microrganismos e o ambiente onde vivem. Em um ecossistema, cada espécie desempenha funções que ajudam a manter esse equilíbrio. Quando uma delas desaparece, os efeitos podem se espalhar pela cadeia de vida e alterar processos que sustentam desde a produção de alimentos até a qualidade da água.

    Segundo especialistas, essas mudanças nem sempre são imediatas ou visíveis, mas podem se acumular ao longo do tempo e modificar o funcionamento do ambiente.

    “Um ecossistema não é apenas um conjunto de espécies reunidas num lugar. É o conjunto dos seres vivos somado ao ambiente físico onde eles vivem, com o solo, a água, a luz, o clima e sobretudo as relações entre essas partes. Um ecossistema não é uma coleção, é um sistema em funcionamento”, explica a ecóloga Ima Vieira, pesquisadora do Museu Goeldi e membro da Academia Brasileira de Ciências (ABC).

    Ela afirma que esse funcionamento depende de processos como polinização, dispersão de sementes, reciclagem de nutrientes, decomposição da matéria orgânica e controle natural das populações. “A primeira coisa que se perde quase nunca é outra espécie. É uma tarefa, aquilo que nós, ecólogos, chamamos de função ecológica. O ambiente continua ali, aparentemente o mesmo, e passa a funcionar de outro jeito”, diz.

    O professor Reuber Albuquerque Brandão, do departamento de Engenharia Florestal da Universidade de Brasília (UnB), destaca que nem todas as espécies têm a mesma importância para esses processos.

    “Algumas espécies podem executar funções semelhantes, o que aumenta a capacidade de o sistema suportar impactos. Mas, dependendo da espécie que desaparece, o ecossistema perde processos importantes, como controle de pragas, formação do solo e reciclagem de nutrientes”, acrescenta.

    A bióloga Vanessa Staggemeier, professora do Departamento de Ecologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), destaca que em alguns casos, uma única espécie exerce um papel tão importante que sua ausência desencadeia um efeito cascata. Esses organismos são conhecidos como espécies-chave. “Quando essas espécies desaparecem, a abundância e a riqueza da comunidade são alteradas”, explica

    Vanessa cita como exemplo os peixes limpadores encontrados em recifes de coral. “Eles removem parasitas e outros organismos da pele de diversas espécies marinhas. Quando desaparecem, a quantidade e a diversidade de peixes que frequentam esses ambientes diminuem”, afirma.

    Outro exemplo ocorre quando predadores de topo deixam de existir. Sem eles, espécies intermediárias podem aumentar em excesso, alterando o equilíbrio da cadeia alimentar e afetando organismos de níveis inferiores.

    Na Amazônia, a caça de grandes mamíferos, como antas e macacos, reduz a dispersão de sementes de árvores de grande porte. Ima explica que, aos poucos, essas árvores deixam de se renovar, enquanto espécies menores e de crescimento rápido passam a ocupar seu lugar, modificando a composição da floresta.

    Os efeitos também podem se acumular ao longo dos anos. Segundo a ecóloga, há situações em que o desaparecimento de uma espécie acaba levando outras à extinção.

    “A forma mais direta é a coextinção, quando uma espécie depende inteiramente de outra, como certos parasitas e insetos que polinizam uma única planta. Mas o caminho mais comum é indireto e mais lento. A perda de uma espécie muda a comunidade ao longo das décadas e, no fim, leva outras junto”, afirma.

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  • Ônibus elétricos iniciam testes em Planaltina e Sobradinho

    Ônibus elétricos iniciam testes em Planaltina e Sobradinho

    Ônibus elétricos iniciam testes em Planaltina e Sobradinho

    As duas regiões também ganham três novas linhas, sendo duas expressas para o Plano Piloto

    As operações das linhas 0.620, 620.1, 640.2, 600.7, 501.3, 518.1, 0.517, 512.1 e 0.501 serão realizadas por veículos elétricos, em caráter experimental, a partir de segunda (10). Ao todo, serão seis veículos, sendo quatro em Planaltina e dois em Sobradinho, que circularão em período de teste para avaliar o desempenho dessa tecnologia em linhas com grandes extensões.

    As duas regiões administrativas também ganharão três novas linhas, sendo uma alimentadora e duas expressas, ou seja, sem paradas intermediárias na BR-020. Esses novos serviços utilizarão veículos comuns, a combustão.

    Em Planaltina, a nova linha 620.2 (expressa) sairá da rodoviária de Planaltina, fazendo embarques e desembarques até o final da Avenida Independência. Ao acessar a BR-020, a linha segue direto para a Rodoviária do Plano Piloto (via Eixão) sem paradas intermediárias. Ao todo, serão 14 viagens diárias, sendo sete em cada sentido. Já a linha 066.8 funcionará como alimentadora/distribuidora, buscando os passageiros nos buritis e levando-os ao terminal para usarem a linha expressa.

    A nova linha 518.3 (expressa) sairá da rodoviária de Sobradinho II, passando por Sobradinho, com destino à Rodoviária do Plano Piloto, fazendo embarques e desembarques somente dentro das cidades. Ao todo, serão quatro viagens por dia, sendo duas em cada sentido. Serviço Ônibus Elétricos Planaltina Linha 620.1 Horários saindo de Planaltina: 5h13, 5h40, 8h21, 10h32, 11h04, 12h56, 13h28, 15h20 e 15h52 Horários saindo da Rodoviária do Plano Piloto: 6h30, 7h, 9h12, 9h44, 11h44, 12h16, 14h08 e 14h40 Linha 0.620 Horários saindo de Planaltina: 7h42 Horários saindo da Rodoviária do Plano Piloto: 16h37, 17h07, 17h37 e 17h52 Linha 640.2 Horários saindo de Planaltina: 5h40 Linha 600.7 Horários saindo de Planaltina: 6h39 Sobradinho I – II Linha 501.3 Horários saindo de Sobradinho II: 5h10, 7h40 Horários saindo do Terminal Asa Sul: 6h25, 9h12 Linha 518.1 Horários saindo de Sobradinho II: 10h30 Linha 512.1 Horários saindo de Sobradinho – Quadra 18: 6h34 Linha 0.517 Horários saindo do Terminal Asa Sul: 17h30 Linha 0.501 Horários saindo de Sobradinho: 13h35 e 16h10 Horários saindo do Terminal Asa Sul: 12h22, 14h47 e 17h24 Linhas Novas Planaltina Linha 620.2 – Expressa Planaltina/Rodoviária do Plano Piloto Horários saindo de Planaltina: 4h52, 5h05, 5h22, 5h31, 5h54, 5h59 e 6h39 Horários saindo da Rodoviária do Plano Piloto: 16h45, 17h, 17h22, 17h45, 18h07, 18h30 e 18h53 Linha 066.8 – Terminal de Planaltina/Buritis Horários saindo de Planaltina: 4h20, 4h30, 4h40, 4h50, 5h, 5h10, 5h20, 5h30, 5h40 e 5h50 Sobradinho Linha 518.3 – Expressa Sobradinho II-I/Rodoviária do Plano Piloto Horários saindo de Sobradinho II: 5h29 e 6h41.

    Horários saindo da Rodoviária do Plano Piloto: 17h21 e 17h55

    Subsecretaria de Divulgação Secretaria de Estado de Comunicação do DF Palácio do Buriti, térreo, sala T-26 Brasília – DF

  • Empresa de IA contrata piratas para encontrar tesouros perdidos no mar

    Empresa de IA contrata piratas para encontrar tesouros perdidos no mar

    Empresa de IA contrata piratas para encontrar tesouros perdidos no mar

    Empresa de IA contrata piratas para encontrar tesouros perdidos no mar

    Projeto de inteligência artificial irá analisar 80 mil páginas de documentos para tentar encontrar navios naufragados e seus tesouros

    A maioria dos empregos ofertados para trabalhar com inteligência artificial são em escritório, ou home office, mas quase sempre em frente a um computador. Porém, a empresa AE Studio surpreendeu com um pedido diferente: está procurando piratas.

    A companhia está usando IA para analisar 80 milhões de páginas de registros coloniais da Espanha para procurar dados e localizar navios naufragados e tesouros perdidos. São basicamente 500 anos de documentos, que incluem certidões de seguro e cartas náuticas.

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    Ciência Submersível que visitou Titanic registra outro naufrágio no Atlântico

    Submersível que visitou Titanic registra outro naufrágio no Atlântico

    A empresa espera que a IA consiga definir exatamente onde estão os navios com base em informações da época. Serão analisadas e descartadas possíveis “pegadinhas” publicadas para tentar esconder os tesouros.

    “O que um ser humano não consegue ler ao longo de toda uma vida, o modelo consegue ler em uma única tarde. O cruzamento de dados de cinco séculos — abrangendo listas de cargas, registros meteorológicos, autos judiciais, disputas de seguros e cartas preservadas — gera um mapa de probabilidades sobre o leito do Atlântico e do Caribe”, diz o site da empresa.

    É aí que entram os piratas: é preciso que alguém de carne e osso vá ao local e resgate o prêmio.

    Podem se candidatar mergulhadores experientes, com certificados internacionais, que estejam dispostos a trabalhar em “condições que companhias de seguro não cobrem”. Algumas regiões onde os mergulhos devem acontecer incluem a Somália, conhecida pela pirataria moderna.

  • Telescópio gigante divulga foto do espaço com mais de 500 mil galáxias

    Telescópio gigante divulga foto do espaço com mais de 500 mil galáxias

    Telescópio gigante divulga foto do espaço com mais de 500 mil galáxias

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    Imagem de 3,2 gigapixels foi capturada pelo Observatório Vera C. Rubin e ajudará pesquisadores a entender a evolução do Universo

    O Observatório Vera C. Rubin, no Chile, divulgou nos últimos dias uma das imagens mais detalhadas já feitas do Universo. Produzido pela maior câmera digital da astronomia, o registro reúne mais de 500 mil galáxias e cerca de 50 mil estrelas da Via Láctea em uma única fotografia de 3,2 gigapixels, o equivalente a 3,2 bilhões de pixels.

    A imagem integra a segunda prévia oficial de dados da missão científica do observatório (Early Data Preview 2) e foi divulgada pelo NOIRLab, centro que opera o telescópio.

    O objetivo é mostrar o potencial da câmera antes do início da principal etapa do projeto, que irá mapear o céu do hemisfério sul durante os próximos dez anos.

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    Ciência James Webb descobre pista sobre a matéria escura em galáxias antigas

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    A fotografia mostra uma região conhecida como Campo COSMOS, uma das áreas mais estudadas da astronomia. Ela foi escolhida porque possui pouca poeira e poucas estrelas da nossa galáxia, permitindo observar com mais clareza objetos extremamente distantes.

    O resultado não foi obtido com apenas um clique. A equipe combinou centenas de imagens registradas entre abril de 2025 e janeiro de 2026, criando um retrato muito mais profundo do céu. A técnica permite enxergar galáxias muito fracas e distantes, além de revelar estruturas que passariam despercebidas em uma fotografia comum.

    Entre os objetos registrados aparecem galáxias espirais, elípticas, sistemas em processo de fusão e outras formadas há bilhões de anos, oferecendo aos cientistas uma visão de diferentes fases da história do Universo.

  • Nova hipótese sugere que a vida na Terra pode ter começado duas vezes

    Nova hipótese sugere que a vida na Terra pode ter começado duas vezes

    Nova hipótese sugere que a vida na Terra pode ter começado duas vezes

    Nova hipótese sugere que a vida na Terra pode ter começado duas vezes

    Segundo a pesquisa, dois grupos de seres vivos podem ter desenvolvido, de maneira independente, o metabolismo para se tornar independentes

    A vida na Terra pode ter surgido de uma forma bem diferente do que os cientistas imaginavam. Um estudo publicado na última quarta-feira (5/8) na revista científica Science Advances apresenta uma hipótese ousada: a transição entre matéria sem vida e organismos capazes de viver de forma independente pode ter acontecido duas vezes ao longo da evolução do planeta.

    A proposta não significa que existiram duas árvores da vida completamente separadas. Na realidade, os pesquisadores sugerem que os ancestrais das bactérias e das arqueias — dois dos grupos mais antigos de seres vivos — desenvolveram, de maneira independente, parte do metabolismo necessário para se tornarem organismos totalmente autônomos.

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    Para chegar à hipótese, os autores compararam proteínas responsáveis por reações metabólicas essenciais presentes nos genomas de bactérias e arqueias. Em vários casos, descobriram que os dois grupos utilizam enzimas estruturalmente diferentes para realizar exatamente a mesma função.

    Segundo os pesquisadores, isso indica que, após a separação entre bactérias e arqueias, cada grupo pode ter desenvolvido de forma independente parte das reações químicas fundamentais para manter a vida.

    A conclusão desafia a ideia tradicional de que todo o metabolismo moderno já estaria completo no último ancestral comum universal, conhecido como LUCA.

  • Fêmeas de pássaros detectam parceiros que foram “infiéis” pelo canto

    Fêmeas de pássaros detectam parceiros que foram “infiéis” pelo canto

    Fêmeas de pássaros detectam parceiros que foram “infiéis” pelo canto

    Fêmeas de pássaros detectam parceiros que foram “infiéis” pelo canto

    Novo estudo revelou que, além da habilidade de reconhecer pássaros “infiéis”, as fêmeas preferem se reproduzir com machos solteiros

    Pode-se dizer que fidelidade é uma qualidade primordial para as fêmeas de pássaros papa-moscas-pretos (Ficedula hypoleuca) quando o assunto é relacionamento. Segundo um novo estudo, elas conseguem perceber se os machos acasalaram recentemente por meio do canto. A descoberta feita por cientistas da Universidade de Oslo, na Noruega, teve os resultados publicados na revista Ethology em 1º de julho.

    A análise ainda revelou que, além da habilidade de reconhecer “infiéis”, as fêmeas preferem se reproduzir com machos solteiros e que não tiveram sua primeira “paixão” – no mundo dos pássaros, é comum que eles acasalem com outras fêmeas depois da primeira parceira.

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    Saúde O canto dos pássaros relaxa o cérebro? Entenda o que acontece no órgão

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    Os cientistas gravaram cantos de 17 machos antes e depois de acasalarem na época de reprodução. Ao analisá-los, percebeu-se que as cantorias eram mais curtas e com menos alternância de sons depois do primeiro ato.

    De acordo com os cientistas, após a primeira reprodução, os machos costumam viajar vários quilômetros e construir um ninho para cortejar outras fêmeas com o objetivo de ter um novo acasalamento.

    A fim de investigar se as fêmeas percebiam as mudanças no canto, gravações de machos solteiros e comprometidos foram reproduzidas a elas. Os cientistas perceberam que 21 das 29 fêmeas optaram por visitar o ninho com o som correspondente aos ainda “soltos na pista”.

  • Dois eclipses e chuva de meteoros: os eventos astronômicos de agosto

    Dois eclipses e chuva de meteoros: os eventos astronômicos de agosto

    Dois eclipses e chuva de meteoros: os eventos astronômicos de agosto

    Dois eclipses e chuva de meteoros: os eventos astronômicos de agosto

    Dos eventos previstos para o mês, apenas o eclipse solar não poderá ser observado do Brasil, pois será exclusivo do Hemisfério Norte

    A chegada de agosto deve ser bastante comemorada pelos entusiastas de eventos astronômicos. O mês será marcado por vários fenômenos, como dois eclipses (um solar e outro lunar), uma chuva de meteoros, Lua cheia e a aproximação entre nosso satélite natural e Saturno.

    Desses eventos, apenas o eclipse solar total não poderá ser observado do Brasil, pois a trajetória da sombra lunar passará exclusivamente pelo Hemisfério Norte, sendo melhor observada em regiões da Europa, da Islândia e do Ártico.

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    Na quarta-feira da próxima semana (12/8), ocorrerá um eclipse solar total que, segundo a Nasa, poderá ser visto da Groenlândia, Islândia, norte da Rússia, Oceano Atlântico, Espanha e de uma pequena parte de Portugal.

    Durante o fenômeno, a Lua se interpõe entre a Terra e o Sol, encobrindo nossa estrela central. Nos locais em que o evento ocorrerá em sua totalidade, a escuridão completa vai durar cerca de dois minutos e meio.

    Caso você esteja em algum dos países na rota do fenômeno, é indispensável usar óculos especializados para eclipses durante as fases parciais ou filtros adequados em binóculos e telescópios, pois os raios solares diretos causam danos irreversíveis à visão. Apenas no momento da totalidade, quando o Sol fica 100% encoberto, é seguro olhar a olho nu.

    Na mesma época do eclipse solar, ocorrerá o pico da famosa chuva de meteoros Perseidas. O fenômeno será parcialmente visível no Brasil, principalmente nas regiões Norte e Nordeste. Como o evento coincide com a fase de Lua Nova, o céu estará mais escuro, facilitando a visualização.