Autor: finaceiroltdabr@gmail.com

  • Sábado (11) tem vacinação em 20 regiões do DF

    Sábado (11) tem vacinação em 20 regiões do DF

    Sábado (11) tem vacinação em 20 regiões do DF

    Equipes estão preparadas para identificar doses indicadas para cada pessoa, conforme a faixa etária

    Profissionais estarão em 20 regiões administrativas neste sábado (11) para imunizar a população. A lista completa com endereços e horários pode ser conferida neste link.

    Para receber as doses, basta levar um documento de identificação válido e com foto e, se possível, a caderneta de vacinação.

    Haverá doses disponíveis para todas as faixas etárias, sempre aplicadas conforme o indicado no calendário de rotina e aos grupos prioritários. Em cada local de atendimento, as equipes estão preparadas para identificar o que será necessário. Adolescentes e adultos, por exemplo, podem ser imunizados contra tétano, sarampo e febre amarela.

    Crianças e adolescentes de 10 a 14 anos podem receber a vacina contra a dengue; já idosos, crianças de até 5 anos, pessoas com comorbidades e profissionais como professores e caminhoneiros estão aptos a tomar a dose em combate à gripe (influenza). Nestes últimos casos, é necessário levar documentação que comprove pertencer a um dos grupos prioritários.

    Subsecretaria de Divulgação Secretaria de Estado de Comunicação do DF Palácio do Buriti, térreo, sala T-26 Brasília – DF

  • QR Code em banheiros do DF conecta vítimas de violência ao programa Direito Delas

    QR Code em banheiros do DF conecta vítimas de violência ao programa Direito Delas

    QR Code em banheiros do DF conecta vítimas de violência ao programa Direito Delas

    Adesivos instalados em órgãos públicos, estabelecimentos privados e eventos reúnem informações sobre atendimentos gratuitos e os endereços dos 12 núcleos do programa​

    A população feminina do Distrito Federal conta com mais uma ferramenta de informação e proteção. Quem utilizar os banheiros de órgãos públicos, estabelecimentos privados e eventos no DF poderá encontrar, fixado nos espelhos, um adesivo com o QR Code do programa Direito Delas.

    Ao apontar a câmera do celular para o código, a pessoa é direcionada para um material que explica o que é o programa, quem pode receber atendimento, como ingressar, quais serviços são oferecidos e onde estão localizados os 12 Núcleos Direito Delas. O conteúdo também reúne os telefones de contato de todas as unidades.

    A estratégia busca ampliar o acesso à informação em locais de circulação diária e oferecer uma alternativa discreta para que pessoas em situação de violência conheçam os serviços disponíveis. O acesso ao material pode ser feito de forma rápida e reservada, utilizando apenas o celular.

    Desde o início das ações de adesivação, equipes do programa já instalaram os materiais em dezenas de espaços do Distrito Federal.

    O programa Direito Delas oferece atendimento social, psicológico e jurídico gratuito, sem necessidade de comprovação de renda.

    Podem ser atendidas mulheres em situação de violência doméstica e familiar, crianças e adolescentes vítimas de estupro de vulnerável, vítimas de crimes contra a pessoa idosa e seus familiares, vítimas indiretas de feminicídio, além de pessoas vítimas de estupro, sequestro, cárcere privado, roubo com restrição de liberdade, desaparecimento de pessoas e vítimas indiretas de homicídio, latrocínio e crimes de trânsito com resultado morte.

    O acesso ao programa pode ocorrer por procura espontânea, encaminhamento de órgãos parceiros ou por meio da busca ativa realizada pelas equipes do Direito Delas.

    Os atendimentos são realizados por equipes multiprofissionais, compostas por psicólogos, assistentes sociais, especialistas em direito e legislação e profissionais da área administrativa, nos 12 núcleos distribuídos pelo Distrito Federal.

    O programa Direito Delas tem 12 núcleos de atendimento localizados em Águas Claras, Brasília, Ceilândia, Estrutural, Gama, Guará, Itapoã, Paranoá, Planaltina, Recanto das Emas, Samambaia e São Sebastião. Os atendimentos são gratuitos. Informações também podem ser obtidas pelo telefone (61) 98382-0130 ou diretamente em qualquer um dos núcleos do programa.

    Subsecretaria de Divulgação Secretaria de Estado de Comunicação do DF Palácio do Buriti, térreo, sala T-26 Brasília – DF

  • Saiba como ter acesso a benefício que disponibiliza auxílio mensal de R$ 150

    Saiba como ter acesso a benefício que disponibiliza auxílio mensal de R$ 150

    O programa DF Social consiste no repasse mensal de R$ 150 para famílias de baixa renda residentes no Distrito Federal. Para ter acesso ao programa, as famílias devem estar inscritas no Cadastro Único.

    A inclusão dos beneficiários ocorre de forma automática, de acordo com o cruzamento de dados declarados no sistema e a disponibilidade orçamentária, não sendo necessário realizar pedido formal de ingresso.

    O cronograma de liberação do auxílio ocorre no primeiro dia útil do mês subsequente ao da folha de pagamento. O valor referente ao mês de julho, por exemplo, é depositado no primeiro dia útil de agosto, salvo exceções operacionais.

    A movimentação dos valores exige a abertura de uma conta social gratuita junto ao Banco de Brasília (BRB), procedimento que pode ser feito pelo aplicativo BRB Mobile (disponível para sistemas Android e iOS).

    Após a abertura da conta, o prazo de emissão do cartão magnético é de dez a 15 dias. O cidadão deve consultar o portal do GDF Social para verificar a unidade bancária de retirada do documento, além de confirmar a seleção no programa.

    Produtores rurais do DF podem requerer serviços mecanizados para suas propriedades

    Prazo de inscrições para cursos de línguas é prorrogado até 12 de julho

    Dezoito ônibus elétricos chegam à frota do transporte público no DF

    Colônia de férias com atividades gratuitas sobre astronomia abre inscrições

    A classificação interna de cada grupo prioritário adota como critério de desempate a maior idade do responsável familiar registrado no Cadastro Único.

    O saldo pode ser movimentado por saques ou transações digitais via aplicativo, como Pix e pagamento de boletos.

  • Brasil diz que investigação dos EUA é “arbitrária” e tarifa viola OMC

    Brasil diz que investigação dos EUA é “arbitrária” e tarifa viola OMC

    Brasil diz que investigação dos EUA é "arbitrária" e tarifa viola OMC

    Brasil diz que investigação dos EUA é "arbitrária" e tarifa viola OMC

    Em carta assinada por Vieira, Itamaraty diz que proposta dos EUA viola regras da OMC e ignora ações brasileiras contra trabalho forçado

    O governo brasileiro elevou o tom contra os Estados Unidos, nesta segunda-feira (6/7), e voltou a contestar oficialmente a proposta do Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR) de impor uma tarifa adicional de 12,5% sobre produtos brasileiros.

    O Metrópoles teve acesso a uma nova carta enviada pelo Itamaraty ao USTR, datada desta segunda-feira (6/7), em que o Ministério das Relações Exteriores classificou a investigação que fundamenta a medida como “arbitrária”, “incompleta” e baseada em conclusões “equivocadas”, além de afirmar que a iniciativa viola as regras do sistema multilateral de comércio.

    Na manifestação enviada ao representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, o Itamaraty rejeita integralmente as conclusões da investigação e sustenta que o Brasil tem um dos sistemas mais robustos do mundo para combater o trabalho forçado.

    “O Brasil rejeita respeitosamente as conclusões e a determinação do USTR em relação ao país. […] O Relatório da Seção 301 sobre Trabalho Forçado e a Notificação de Conclusões, contudo, não abordam de maneira significativa — muito menos refutam — as provas apresentadas pelo Brasil, o que reforça ainda mais o caráter arbitrário e incompleto das determinações aplicadas ao país.”, afirma a carta.

    A sobretaxa faz parte de uma investigação conduzida com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos Estados Unidos. O USTR acusa o Brasil e outros mais de 60 países de não combaterem de forma adequada a circulação de produtos fabricados com trabalho forçado.

    Caso seja implementada, essa será a segunda tarifa proposta contra produtos brasileiros no âmbito da Seção 301.

    Paralelamente, o governo estadunidense também avalia aplicar outra tarifa de 25%, sob a alegação de que políticas brasileiras restringem ou oneram o comércio com os Estados Unidos.

    Ao longo do documento, o Itamaraty afirma que apresentou ampla documentação demonstrando a atuação brasileira no combate ao trabalho forçado, incluindo estruturas de fiscalização criminal e administrativa, obrigações internacionais assumidas pelo país e mecanismos de controle sobre cadeias produtivas.

    Apesar disso, segundo Brasília, o USTR ignorou as informações fornecidas e baseou suas conclusões em exemplos envolvendo outros países, sem apontar qualquer caso concreto que envolvesse produtos brasileiros.

    “O governo brasileiro afirma que essa análise não é objetiva nem completa”, diz a carta.

    O documento sustenta ainda que os Estados Unidos não demonstraram que alguma política brasileira tenha permitido a entrada de produtos produzidos com trabalho forçado no mercado americano ou causado prejuízo à economia dos EUA.

    Para o Brasil, sem essa demonstração, não há base legal para a aplicação de medidas comerciais unilaterais.

    Outro ponto central da resposta brasileira é a crítica ao uso da Seção 301 como instrumento unilateral de política comercial. O Itamaraty afirma que disputas dessa natureza devem ser resolvidas por meio dos mecanismos previstos na Organização Mundial do Comércio (OMC), e não por tarifas impostas unilateralmente.

  • Hello world!

    Welcome to WordPress. This is your first post. Edit or delete it, then start writing!